quinta-feira, 12 de julho de 2007

Los efectos de los agroquímicos y otros contaminantes en la salud

Pérdida de embarazos, malformaciones genéticas, mutaciones, cáncer, leucemia, afecciones respiratorias severas son sólo algunos de los problemas de salud cada vez más recurrentes. Las modificaciones en el medio ambiente no demoran mucho tiempo en advertirse en el hábitat, e irremediablemente en nuestros cuerpos.

Pérdida de embarazos, malformaciones genéticas, mutaciones, cáncer, leucemia, afecciones respiratorias severas son sólo algunos de los problemas de salud cada vez más recurrentes. Las modificaciones en el medio ambiente no demoran mucho tiempo en advertirse en el hábitat, e irremediablemente en nuestros cuerpos. Sin embargo, aún se discute si los casos que ya se contabilizan son debido a que hoy existe una mayor difusión de estos temas, o si en realidad se comienza a visualizar la real dimensión de las modificaciones en nuestro medio ambiente. Los organismos internacionales advierten sobre los peligros directos sobre nuestra salud.

Leitura completa aqui.

terça-feira, 10 de julho de 2007

DNA damage study probes inflammation, disease link

July 25, 2006
New research at MIT may help scientists better understand the chemical associations between chronic inflammation and diseases such as cancer and atherosclerosis. The work could lead to drugs that break the link between the two.

When an infection occurs, immune cells flock to the area and secrete large amounts of highly reactive chemicals to combat the invader. But, these inflammatory chemicals also attack normal tissue surrounding the infection and damage critical components of cells, including DNA. During chronic inflammation, that damage may lead to mutations or cell death and even to cancer and other diseases.

MIT researchers, led by toxicology graduate student Yelena Margolin of the Biological Engineering Division, have discovered that the DNA damage produced by one of these inflammatory chemicals, nitrosoperoxycarbonate, occurs at unexpected locations along the DNA helix. The finding counters the prevailing theory about where the DNA damage occurs and may shed light on new ways to diagnose and combat inflammation.

"We need to understand the mechanisms of inflammation in order to make new drugs that will break the link between inflammation and disease and to develop predictive biomarkers," said Dr. Peter Dedon, professor of toxicology and biological engineering and associate director of the Biological Engineering Division at MIT. "One of our goals is to develop biomarkers that can tell if you have inflammation and to define its extent, severity and location."Margolin, Dedon and their colleagues at MIT and New York University reported their findings in a recent advance online issue of Nature Chemical Biology.

For years researchers have studied how the chemicals associated with the body's response to infection can damage DNA. That process begins with the removal of an electron from guanine, one of the four base building blocks that determine the genetic code in DNA. That removal is called oxidation, and guanine is the most easily oxidized of the four building blocks.

The prevailing theory has been that oxidation occurs most frequently when the guanine is sandwiched between two other guanine bases in the DNA helix.

By using comprehensive chemical screening and analysis of the frequency of DNA damage, the researchers found that a chemical produced during inflammation, nitrosoperoxycarbonate, actually caused oxidative damage at guanines that were supposed to be the least easily oxidized. The damage did not occur in clusters of guanine as expected, but rather at locations where guanine precedes cytosine, another of the four building blocks.

"That observation overturns the prevailing theory for predicting the location of DNA damage in the genome and complicates our understanding of the basis for diseases arising from chronic inflammation," said Dedon. "But it is likely to stir up discussions in the DNA damage and mutagenesis fields that could help us better understand the consequences of inflammation."
Margolin's and Dedon's colleagues on the paper are Jean-Francois Cloutier, auxiliary professor of pharmaceutical chemistry at Université Laval in Québec and formerly of the Dedon lab; Vladimir Shafirovich, research professor of chemistry at New York University; and Nicholas Geacintov, professor of chemistry and department chair at New York University.

The research was funded by the National Cancer Institute

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Chave da inflamação

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – O ácido retinóico, substância derivada da quebra da vitamina A no organismo, pode ter um papel fundamental na regulação de inflamações. Com participação decisiva de um cientista brasileiro, a descoberta feita por uma equipe do Instituto La Jolla para Alergia e Imunologia (Liai), nos Estados Unidos, poderá abrir caminho para novos tratamentos de doenças inflamatórias e auto-imunes, como artrite reumatóide e colite.

Os pesquisadores demonstraram em camundongos que a manipulação da quantidade de ácido retinóico afeta o número de células T inflamatórias, um tipo de glóbulo branco cuja ação está ligada a várias doenças auto-imunes e inflamatórias.

De acordo com Daniel Mucida, pós-doutorando do Liai e autor principal de artigo publicado no mês passado na revista Science, o estudo repercutiu especialmente entre os grupos que trabalham com artrite reumatóide e com modelos animais de esclerose múltipla. Além de gerar reportagens nos jornais USA Today e Washington Post, o estudo foi também citado na revista Nature e será comentado na edição de 13 de julho da revista Cell.

“Se a descoberta for eventualmente validada em humanos, ela poderá representar o primeiro passo para o desenvolvimento de terapias que usem o ácido retinóico para tratar essas doenças. A vantagem é que se trata de uma substância produzida naturalmente pelo corpo”, disse Mucida à Agência FAPESP.

Biólogo formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mucida foi bolsista da FAPESP de doutorado, que cursou no Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP).

Sob orientação do professor Momtchilo Russo, do ICB, o trabalho de doutorado de Mucida teve menção honrosa do Conselho Superior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), sendo premiado entre as três melhores teses do país em biologia. No começo de 2006, mudou-se para os Estados Unidos.

De acordo com o cientista, o ácido retinóico atua na modulação das duas linhagens distintas de células T: as células T reguladoras, que são antiinflamatórias, e as células Th17, inflamatórias.

Segundo Mucida, estudos anteriores mostraram que as células dendríticas dos intestinos têm capacidade única de produzir o ácido retinóico a partir da vitamina A. Quando o produzem, fazem com que as células T possam migrar para o órgão.

“Comparamos as células dendríticas do intestino com as de outros órgãos, como o baço. Com isso, vimos que as células intestinais têm capacidade de induzir mais células T reguladoras – que suprimem inflamações – e ao mesmo tempo são menos capazes de induzir células Th17, que são inflamatórias”, explicou.


Impedindo a inflamação

Fazendo três diferentes testes com o ácido retinóico, os pesquisadores elaboraram um mecanismo pelo qual é possível impedir o desenvolvimento da linhagem inflamatória da célula T – o que pode significar uma potencial aplicação farmacológica para a descoberta.

Em um dos modelos, os autores do estudo testaram como a redução do ácido retinóico afeta a inflamação. Foi usado um inibidor para bloquear a presença do ácido em camundongos. O teste levou à redução das celulas T antiinflamatórias, mostrando que a redução do ácido retinóico aumenta a inflamação.

“Depois, colocamos o ácido retinóico em uma cultura de células T e ocorreu o que esperávamos: inibimos as células inflamatórias TH17 e aumentamos as células reguladoras. Daí, partimos para estudar os mecanismos in vivo”, disse Mucida.

O ácido retinóico foi injetado em camundongos, elevando a quantidade deste metabólito da vitamina A nos animais. Isso suprimiu a formação de células T inflamatórias nos intestinos dos animais, demonstrando que o aumento do ácido retinóico reduz a inflamação.


Potencial para tratamentos

No terceiro teste, os cientistas trataram as células T com o ácido retinóico em ensaio in vitro. “Quando foram colocadas de volta nos camundongos – usamos modelos com infeccção intestinal (colite) – as células transferidas impediram totalmente a formação de células T inflamatórias em seus organismos, inibindo a colite”, explicou Mucida.

De acordo com o pesquisador, o último teste é especialmente notável, pois combinar o ácido retinóico e as células T fora do corpo pode evitar possíveis efeitos colaterais que são mais prováveis quando os cientistas tentam manipular os processos do organismo internamente.

“Confirmamos que podemos controlar a inflamação pela administração de ácido retinóico in vivo, ou podemos tratar células com ácido retinóico no tubo de ensaio e transferi-las para o organismo a fim de suprimir a inflamação in vivo, disse.

O artigo Reciprocal Th-17 and regulatory T cell differentiation mediated by retinoic acid, de Daniel Mucida e outros, pode ser lido por assinantes da Science no serviço Science Express em www.sciencexpress.org.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Inflammation = Degenerative Disease

by Bonnie C. Minsky

Inflammation has long been linked to both rheumatoid arthritis and osteoarthritis. Now, there’s emerging research that also links chronic inflammation to allergies, asthma, Alzheimer’s disease, cancer, diabetes, digestive disorders, heart disease, hormonal imbalances and osteoporosis. Andrew Weil, holistic health M.D., Nicholas Perricone, M.D., an anti-aging expert, Jeffrey Bland, Ph.D., a biochemist who popularized the concept “genetic nutritioneering,” and health writer Jack Challem, author of The Inflammation Syndrome, have spoken widely about the damage that inflammation causes.

Injured tissues become inflamed and result in redness, heat, swelling, pain and loss of function. When acute inflammation doesn’t shut down, it becomes chronic and causes damage to the injured tissues. Bland, the nutritional biochemist, says, “Inflammatory stimuli, such as bacterial infection, trauma, ischemic events, stress-related events, toxic exposures, allergens and chronic viral infections activate the inflammatory response.”

According to the health experts I mention, the biggest culprit in causing abnormal inflammation is the pathetic “standard American diet” (SAD) of heavily processed convenience and fast foods. Perricone believes that “Inflammation equals aging. Inflammation is the reason you get wrinkles; why you forget everything from where you left your car keys to your neighbor’s first name; why you can be irritable and depressed and why you lose the healthy bloom of youth.”

Inflammation is what causes arthritic pain, stiffness when using your muscles, the wheezing of asthma and the discomfort of allergies. It is even possible that the progression of atherosclerosis is directly related to chronic inflammation in up to 50 percent of cases. Excess acid production also increases the inflammatory response leading to loss of bone and joint tissues.

To reduce degenerative disease, it’s necessary to avoid pro-inflammatory foods and rely exclusively on anti-inflammatory foods:

Pro-inflammatory foods to avoid:

* red meats from corn-fed, antibiotic/hormone laden animals

* saturated fats such as lard and meat fats

* fried foods

* partially hydrogenated (trans fats) found in margarines, chips, candies, cereals and baked goods

* cooking oils that are exclusively corn, safflower, sunflower or soy based

* soft drinks (both high sugar and diet varieties)

* excess sugar (both from heavily processed sources, such as candy and from naturally occurring sources such as fruit juice)

Perricone describes sugar as one of the most serious causes of inflammation, rapid aging and weight gain. Sugary foods quickly elevate blood sugar, creating an insulin release along with free radicals that oxidize fats. When oxidized, the fats form plaque deposits in our arteries, leading to disease. Thus, a diet high in sweets, pasta, fruit juices, cereals and even rice cakes can actually lead to heart disease. Insulin release also increases stored body fat and release of pro-inflammatory chemicals causing cell damage and accelerated aging.

Anti-inflammatory foods and dietary supplements to include:

* foods high in omega-3 fatty acids, especially cold water, wild-caught fish (or fish oil supplements)

* raw nuts and seeds (especially pecans, almonds, walnuts and flaxseeds)

* homemade soups made with poultry or meat bones (boiling the bones releases glucosamine and chondroitin into the soup which, when ingested becomes bioavailable in the body. They can reduce inflammation and helps repair cartilage)

* dark green vegetables (especially kale, seaweed and greens)

* antioxidants in supplement form (especially vitamins C and E, and quercetin)

* zinc taken in supplement form which assists healing and reduces inflammation

* extra virgin organic olive oil, expeller pressed grapeseed and avocado oils

If you are already showing chronic inflammatory symptoms, I recommend that you adopt the following 10 dietary recommendations:

1) Eat lean meats and poultry that are free-range, organic and not corn-fed (i.e. grass-fed preferably).

2) Eat a wide variety of vegetables (the deeper the colors, the better).

3) Use cold-pressed, uncooked olive oil (in salad dressings) and grapeseed or avocado oil for cooking.

4) Avoid products that contain added sugars (especially white sugar and high fructose corn syrup).

5) Avoid or limit your intake of cow’s milk products.

6) Avoid or limit your intake of heavily processed grains and grains containing gluten if you suspect an intolerance to them (brown rice, wild rice and millet are gluten-free).

7) Eat organic foods whenever possible.

8) Identify and avoid foods to which you have an allergy or sensitivity.

9) Eat wild, cold water fish at least three times weekly, especially salmon.

10) Eliminate all trans fats. Avoid added saturated fats.

Andrew Weil commented at a recent conference, “The idea on the medical horizon is that chronic inflammation is a root cause of degenerative diseases.”

It is time for medical schools to improve nutrition education. If physicians are trained to use “food as medicine,” they may not need to rely upon drugs (and their distressing side-effects) to treat the inflammatory process.

Disclaimer: This column is for information only and no part of its contents should be construed as medical advice, diagnosis, recommendation or endorsement by Ms. Minsky.

Bonnie Minsky is a Licensed and Certified Nutrition Specialist, Public Health Educator and Certified menopause Educator with a private practice in Northbrook, IL. She can be reached at nutritionalconcepts.com.

Five Eco-Diets Get Put to the Test

By Tyghe Trimble, Conscious Choice. Posted June 30, 2007.
I am your run-of-the mill vegetarian. I started up after a college cafeteria gave me dry Salisbury steak with a side of food poisoning, kept it going for a girl, then firmed up a deepening veggie philosophy with some essential reading. I stuck with it from there because I'm healthy as hell, think there is little more appealing than fresh arugula salad, and, really, who would doubt a diet promoted by Einstein?

But these days, regular old vegetarianism -- which 10 percent of Americans claim to be, by the way -- is just one jumping point for molding a healthy dietary conscience. As meals today come complete with a carbon footprint, more of us are eating with the health of the watershed, soil and sustainable farming in mind. Everyone's favorite (albeit omnivorous) food guru Michael Pollan said it best with his sage advice for healthy eating: "Eat food. Not too much. Mostly plants."

Still, like any new dietary trend, sustainable diets are subject to extremes, as well as their own fair share of loopholes and problems (think Atkins and a bunless triple-cheeseburger with bacon). I decided to see for myself what's on the menu for the vegan, for the 100-mile-dieter, for the raw foodist, the slow food advocate, and the strictly organic consumer, noting how these diets hold up beyond theory and in surreptitious practice ( i.e. is that really organic?). To aid my assessment of each diet's feasibility, sustainability, health and strain on the wallet, I attempted to practice each method for one week.

Don't Panic, It's Organic

Since J.I. Rodale began promoting organic farming in the 1940s, "organic" has come to mean opposition to the practices of industrial farming. The US Department of Agriculture (USDA) has now officially defined "organic" as, in short, food grown without pesticides, chemical fertilizers or sewage sludge, free from irradiation, genetic modification or -- for animal-products -- growth hormones or antibiotics. A USDA organic seal has been in existence under five years, but the time-consuming process of certification has limited the amount of farmers whose products carry the seal -- even if many (often smaller) farmers are practicing organic methods. This is bad news for me since I'm limiting my diet to USDA approved organics. Let the search begin…

Price: Quite pricey. Add $0.50 to $1.00 per item if you want to upgrade to organic. My grocery bill for the week went up a whopping $30.00.

Prep Time: Factor in conscientious label-reading, asking questions and spending quality time with a Sharpie, crossing off bogus terms like "all natural" from labels. Here's a cheat sheet: "USDA Organic" is made with 100 percent organic ingredients, just "Organic" means ingredients are 95 percent organic and "made with organic ingredients" must be over 70 percent organic. "All natural" means absolutely nothing.

Health: Organics guarantee no pesticides or harsh, petrol-based fertilizers, with a growing finding of health benefits.

Sustainability: When farmers are held to organic standards, the surrounding environment benefits. Still, a simple meal could log a hefty carbon footprint. My organic enchilada recipe went on one heck of Spring Break before arriving on my plate -- including Mexico, Chile and Argentina. When local farmers nearby have fresh tomatoes, it's going to be hard to argue that those hundreds of gallons of jet fuel are worth the guarantee of a pesticide-free salsa.

In the Garden of Vegan

The sustainable vegan diet focuses a critical eye on the conventional raising of livestock, a practice that is unsustainable and, many vegans believe, antiquated and cruel. The ecological problems stem from animal feedlot operations (AFOs). "By definition," reads a passage on the Environmental Protection Agency's website, "AFOs produce large amounts of waste in small areas. For example, a single dairy cow produces approximately 120 pounds of wet manure per day. The waste produced per day by one dairy cow is equal to that of 20-40 people." Meat and other animal products require gads of energy and water to produce. Mass-production of these products includes antibiotics and questionable feed practices, and leaves us with a whole lot of waste to contaminate the rest of our food chain. The vegan's answer? Cut out the animal products.


Price: Plenty of room to price shop on this diet, and by definition you sidestep some of the pricier parts of an “average” diet -- meat and dairy.

Prep Time: No time added.

Health: Moderate. As with any nutritional regimen, eating healthy on a vegan diet still requires making smart choices. While vegans substitute most major sources of fat and cholesterol like eggs, meat, cheese and milk with heart-healthier alternatives like soy, beans and nuts, a vegan diet isn’t necessarily all health heaven. French fries, a can of coke and a sugary slice of vegan carrot cake for dessert are all still fair game.

Sustainability: Good. For every hunk of beef, slice of cheese and glass of milk you replace, you are giving a nod to the veggie farmer and shying away from problems plaguing the animal products industries: run-off, overuse of antibiotics and growth hormones. Still, there are no limits on your food’s carbon footprint (grapes from Australia, anyone?).

A Raw Deal

While sticking to foods prepared under temperatures less than 118 F makes for meals packed with nutrients, consuming only fruits, vegetables and nuts in caloric quantities equivalent to your average carb-heavy cooked diet can take some getting used to. Just three days into this diet and I had a daylong headache, my stomach was in knots, and the rest of my digestive system wasn’t so happy. I caved and headed to a favorite vegan restaurant for a hot meal.

But this wasn’t necessarily a sign of the diet’s failing -- it just shows that eating uncooked, unprocessed food is a radically different take on preparing chow. Raw foodists believe that heating and processing ingredients kills important enzymes, those unseen creatures in our meal that break down the food, molecule-by-molecule, and aid in digestion. Less enzymes, claim raw foodists, makes for more toxicity in the body -- leading to lethargy, obesity and generally bad health.

After recovering from the initial shock of going raw, I got back in the saddle with one of the best meals of all the diets combined: raw lasagna (zucchini, squash, pine-nut ricotta and basil pistachio pesto) at New York City raw restaurant, Pure Food and Wine. Afterwards, I felt like a million bucks -- sated, energized and just plain healthy. Maybe raw foodists are on to something after all.

Price: Moderately high. Many raw foodists eat organic (understandably, as they are only rinsing their food), and favor exotic and costlier ingredients like cacao, cold pressed oils and tropical fruits.

Prep Time: You’d think time would be saved since you need not turn the stove on. But after slaving over a food processor and blender (simultaneously), triple washing, slicing, dicing, mincing and soaking food for hours -- think again. Expect to add up to an extra hour of prep time.

Health: Raw food dieters believe that cooking food destroys important enzymes, bacteria and micronutrients that aid the immune system and general health. The marriage of fire and food may kill many nutrients and good bacteria, but it also kills dangerous bacteria and helps make food easier to digest (although many raw dieters note the cleansing properties of the diet).

Sustainability: Strong. On par with an organic, vegan diet.

Livin’ Like a Locavore

The “100-mile diet” began in 2005 at the home of Alisa Smith and James MacKinnon in Vancouver, British Columbia. Inspired by a vacation in a new cabin where they ate off the land for a few weeks, the duo staged a year-long experiment of only eating food grown within 100 miles of their home. In part, Smith and MacKinnon’s 100-mile diet was a reaction to the growing organic movement. “The original ideals of the organic movement included local,” said Smith in a radio interview. “[And that’s] the system to shoot for… Organics will follow.” The “real crisis in the food system is a crisis of transparency,” added MacKinnon. Eating locally puts knowledge of the health and safety of the food supply back into the hands of the consumer.

Price: Farmers markets, co-ops and CSAs are usually cheaper than your average grocery story.

Prep time: Much creativity is required for preparation -- you’ll have to do a bunch of gardening if you don’t live near a great farmers market -- and you’re stuck with what’s in season, which means learning to cook that cardoon, celeriac and oyster root soup.

Health: The health concerns of the 100-mile diet are readily apparent. Your diet is limited to what is growing. This may mean milk and potatoes for days on end. Don’t live near olive trees? You’ll have to use local butter to cook your food. Bread shouldn’t be a problem, unless the wheat fields are just beyond 100 miles. Still, MacKinnon cites the benefit that local food is usually harvested at its peak, which means that it has developed to its nutritional max. And eating what’s in season breaks repetitive eating patterns (you can’t fall back on spaghetti and marinara sauce if it’s not tomato season), thus introducing a wider range of nutrients into your diet.

Sustainability: Shining. Eating locally counters the bulk of the carbon footprint created by the average diet, and promotes diverse -- and therefore more sustainable -- farming.

Slow Down, You Move too Fast

Slow Food begins with gastronomy, the science of good eating. “There isn’t a ‘Slow Food Diet’ per se,” says Jerusha Klemperer, of Slow Food, USA. “We basically consider Slow Food to be food that is good (in that it tastes delicious and is clean), produced in a way that is ecologically sustainable, and is fair (produced in a way that fairly compensates),” he says. Slow Food founder, Carlo Petrini says the goal is to “bring gastronomy in service of the environment.” Petrini believes this happens when people stop, (or slow down) and think about what they eat and where it comes from. But “ultimately,” says Klemperer, “Slow Food is about reviving the pleasures of the table, eating your meal in a communal setting -- not at your desk, not in front of the TV, but at a table, with other people.” Slow Food is an approach to diet as philosophy rather than regimen -- which comes as quite a relief to me, after all this dieting.

Price: To ascribe to the Slow Food movement, first and foremost you must “buy good food.” This means organic and local, fresh and unprocessed. Petrini says that the average person must get used to paying more than double what they pay now for food.

Prep time: To truly eat slow takes effort -- and is decidedly not conducive to a 50+ hour workweek. With full meals extending up to six hours to prepare and eat, a slow meal once a week -- as an event -- is probably the way to go.

Health: “Welcome to a society where we spend more money to lose weight than to eat,” says Petrini. Putting more time and thought into food, he believes, is a good way to reverse this backward way of looking at nutrition.

Sustainability: Excellent. Slow Food is based on the marriage of a good diet and smart ecology.

My Diet, Myself

If you haven’t seen the 2004 documentary Super Size Me, you should rent it -- if only to witness the intriguingly gruesome health collapse of the protagonist, who attempts to subsist on a diet of 100 percent fast food. But the shock doc’s main point is not that McDonald’s is bad for you -- because, well, duh -- but rather that the average American thinks so little about the quality and history of the food they put into their body.

The sustainable diets I’ve explored have one unifying priority -- they aim to return thought back into diet. But, once the rules become unthinking habit, loopholes appear. Sure going raw can be healthy, but eating three Chilean avocados a day could leave you with high cholesterol and a hefty carbon footprint. The trick to eating with a conscience is to mix and match ideologies to create meals that are healthiest for you and the planet. After this experiment, I’ve signed up for a share from a local farm, put a number of raw recipes on heavy rotation, bought more organic (but only when there’s no local choice), and thought twice before buying processed foods. I’m no longer following the set rules of any sustainable vegetarian diet in particular. Instead, I like to think that I have graduated from “run of the mill” to fully sustainable vegetarian.

Confira 20 "promessas" para emagrecer

A Folha ouviu especialistas em nutrição e em endocrinologia para desmitificar 20 itens que são difundidos como atalhos para emagrecer. Será que funcionam?

TATIANA DINIZ
da Folha de S.Paulo 06/04/2007

1. Moderadores de apetite
Sim. Mas esse tipo de medicamento precisa ser receitado por um médico competente e jamais deve ser tomado por iniciativa própria. O Brasil é recordista mundial no consumo de remédios para emagrecer. Um dos tipos mais antigos, as anfetaminas, são substâncias que agem no sistema nervoso central, inibindo o centro da fome e aumentando o gasto calórico. Podem ter sérios efeitos colaterais, como agitação, insônia, agressividade e até desencadeamento de quadros depressivos ou psicóticos. Hoje, muitos remédios usados para diminuir o apetite não são anfetaminas, e sim substâncias que compartilham com a anfetamina apenas o radical fenetilamina, responsável pelo efeito anorético. Nem todo mundo pode usar moderador de apetite: pacientes com ansiedade, depressão, hipertensão e doenças cardíacas, por exemplo, não devem usar.

2. Alcachofra
Não. Não existe nenhuma prova da sua eficiência como emagrecedor. Ao começar a consumir esse alimento, algumas pessoas dizem experimentar uma certa saciedade extra, mas esse efeito desaparece com o passar do tempo. A alcachofra deve estar presente na alimentação por ser uma hortaliça pouco calórica, mas é preciso não comê-la em molhos gordurosos. Cozida em água e sal e em molho de cebola ralada, limão ou vinagre, água, sal e azeite, não é engordativa.

3. Corrida
Sim. A corrida é uma das melhores atividades físicas para gerar a perda e a manutenção da perda de peso, pois tem gasto calórico elevado. Associada à reeducação alimentar, constitui um método eficiente para emagrecer. De modo geral, o exercício físico induz a adaptações metabólicas, aumentando o gasto energético diário e minimizando a diminuição do metabolismo de repouso ocasionado pela perda de peso. A combinação de restrição calórica e treinamento físico é excelente para o tratamento da obesidade. Mas a corrida só deve ser feita por pessoas que não tenham problemas clínicos que representem risco de complicações com a prática como, por exemplo, pessoas com problemas cardíacos ou com diferença significativa entre o tamanho das duas pernas.

4. Pilates
Não. O pilates não foi testado cientificamente. Alguns praticantes tornam-se motivados a perder peso, mas o gasto calórico desse tipo de exercício é relativamente baixo. O efeito emagrecedor pode ser obtido a partir da combinação com a mudança de alguns hábitos alimentares.

5. Café
Não. A cafeína tem efeito termogênico (aumenta o metabolismo), mas esse efeito é muito discreto. Pode ser obtido na dose de até quatro xícaras pequenas de café por dia, somente se a bebida for consumida sem açúcar. Em contrapartida, o excesso de cafeína pode causar ansiedade, que pode levar a comer mais.

6. Chá verde
Não. Pesquisas comprovaram o efeito termogênico (acelerador do metabolismo) do consumo do chá verde, mas tal efeito é muito pequeno quando comparado ao obtido pela prática de atividade física, por exemplo. Para emagrecer bebendo chá verde, é necessário ingerir aproximadamente um litro por dia, sem açúcar nem adoçante, em temperatura morna e preparado logo antes da ingestão. Sucos com chá verde e chá verde industrializado não são emagrecedores.

7. Comida integral
Não. Alimentos integrais são saudáveis, ricos em fibras e em vitaminas. Mas, se consumidos em grande quantidade, levam ao ganho de peso. Por outro lado, se consumidos com moderação, em substituição aos alimentos refinados, podem aumentar a sensação de saciedade, ajudando no controle do peso. Ou seja, quem come integrais em quantidades exageradas não vai emagrecer. O importante é consumir esses alimentos mais saudáveis em quantidades moderadas.

8. Sopas
Não. O uso de sopas em dietas tem um lado positivo e um negativo. Geralmente as sopas são feitas com verduras e legumes, pouco calóricos, que substituem refeições calóricas. Por outro lado, quando não mastigamos, nossa sensação de saciedade é menor e há o risco de não resistir à fome e comer alimentos que engordam. Além disso, há uma tendência ao uso de sopas industrializadas, que podem ser menos nutritivas e ter muitas calorias. Sopas devem ser consumidas ocasionalmente.

9. Reeducação alimentar
Sim. É a melhor solução para quem quer emagrecer e manter-se magro. Com ela, aprende-se a reduzir alimentos que prejudicam a saúde e o peso e a comer alimentos considerados deliciosos em quantidades moderadas e com prazer. Assim, dá para emagrecer gradativamente, sem sofrimento e respeitando os hábitos alimentares de cada um. Perder peso e conseguir manter-se nesse novo peso deve ser encarado como uma tarefa para ser cumprida em longo prazo.

10. Sauna
Não. Quem faz sauna fica exposto a altas temperaturas, o que aumenta a transpiração e gera perda líquida. Ao sair da sauna e subir numa balança, pode-se observar um peso inferior, mas essa diferença é rapidamente recuperada assim que a pessoa ingere os líquidos que seu organismo pede nas horas seguintes. A sauna não elimina gorduras e algumas pessoas têm queda de pressão ou tontura quando fazem sessões.

11. Drenagem Linfática
Não. Essa massagem corporal drena os líquidos do corpo, direcionando-os ao sistema linfático para que sejam eliminados na urina. Ajuda pessoas com tendência a retenção hídrica a diminuir o peso líquido, mas não elimina gordura.

12. Cigarro
Não. A nicotina leva a um discreto aumento da quantidade de calorias gastas ao longo do dia, mas o seu principal efeito é diminuir o paladar e a vontade de beliscar. Quem fuma costuma trocar a comida dos intervalos das refeições por cigarros e, por isso, tende a não engordar. Ao parar de fumar e passar a comer mais, as pessoas tendem a engordar. Mas não-fumantes obesos não vão emagrecer se começarem a fumar, e sim se diminuírem a compulsão de comer entre as refeições. Quem fuma para perder peso ou para manter o peso está cometendo um grande erro em relação à sua saúde. O hábito de fumar é a principal causa de mortalidade e morbidade e de aumento do risco de doenças passível de prevenção.

13. Cremes redutores de medidas
Não. Nenhum tipo de creme consegue mudar o metabolismo do organismo ou exercer qualquer efeito sobre ele. Nem mesmo o efeito localizado chega a ser muito intenso. Muitas vezes, o "resultado" é imperceptível. Alguns cremes reduzem sutilmente a gordura localizada, o que é completamente diferente de emagrecer. Nos poucos estudos clínicos em que se tentou provar que esse tipo de cosmético funciona, o resultado obtido foi igual ao do placebo.

14. Suco de limão
Não. O suco de limão é rico em vitaminas A, B e C e em sais minerais, é gostoso, natural e pode ser utilizado em diversas receitas, mas não emagrece. Pode colaborar para o emagrecimento quando, puro ou com adoçante, é utilizado como substituto de outra bebida com maior valor calórico (refrigerantes e sucos naturais ou processados, por exemplo). Se ingerido puro em grandes quantidades pode prejudicar o estômago.

15. Acupuntura na orelha
Não. Em estudos clínicos, a acupuntura mostrou-se eficaz para o emagrecimento durante, no máximo, três meses. Isso significa que o método pode gerar apenas um entusiasmo que leva à mudança de hábitos alimentares. A Sociedade Chinesa de Acupuntura reconhece, em publicação oficial, que não há comprovação do uso da técnica para tratamento de obesidade. A acupuntura não está entre as indicações médicas oficiais como tratamento para perda de peso.

16. Lipoaspiração
Não. Esse método cirúrgico faz apenas a retirada da gordura localizada. Isso não significa emagrecer nem leva a nenhum tipo de melhora na saúde de um obeso. Vale ressaltar ainda que, além de caro, o procedimento requer anestesia, costuma ser doloroso e tem recuperação lenta. Quem faz lipoaspiração e continua comendo da mesma maneira volta a ganhar peso.

17. Jejum
Não. De acordo com os especialistas, pular refeições para perder peso é uma prática errada e arriscada porque o organismo se readapta a estocar gordura a fim de tolerar esses períodos sem alimentação. Ou seja, quem faz jejum acaba acumulando mais gordura. O jejum prolongado (de ficar dias sem comer) faz a pessoa perder peso, mas prejudica a saúde e leva à perda de massa muscular. Quando volta a se alimentar, a pessoa engorda mais do que o normal, pois o organismo foi treinado para manter grandes reservas energéticas a fim de se prevenir de um novo período de jejum.

18. Comida light/diet
Não. Alimentos diet são aqueles em que alguma substância foi substituída por outra. No refrigerante diet, por exemplo, o açúcar foi substituído por adoçante. Chocolates diet podem conter mais calorias do que os normais e engordam. Alimentos light são aqueles que sofreram redução de pelo menos 25% na quantidade de calorias e/ou de algum nutriente (sódio, por exemplo) em relação a seus equivalentes normais. Iogurte desnatado é um produto light, pois seu teor de calorias é menor por não ter gorduras. Nos light, o efeito emagrecedor depende da quantidade ingerida. Dar preferência à ingestão de alimentos diet ou light não garante a redução de peso, principalmente quando se come demais.

19. Cintas modeladoras
Não. Antigas conhecidas das nossas avós, as cintas jamais emagrecem, apenas disfarçam as medidas, de acordo com os especialistas. Não queimam calorias nem têm impacto sobre gorduras localizadas.

20. Medicina ortomolecular
Não. A "dieta ortomolecular" nada mais é que uma dieta saudável. Em alguns casos, é acompanhada pela prescrição de medicamentos ortomoleculares que são formulados com anorexígenos, hormônio de tireóide ou diuréticos. O paciente também toma vitaminas e outras substâncias sem efeito emagrecedor comprovado. Para perda de peso saudável e sustentável, é necessária a reeducação alimentar com mudanças no estilo de vida. Remédios devem ser prescritos criteriosamente e o respaldo científico é fundamental.

Fontes: ALEX CARVALHO LEITE, endocrinologista do Hospital São Luiz, em São Paulo; ANITA SACHS, chefe do departamento de medicina preventiva da Universidade Federal de São Paulo; BRUNO GELEONEZE-NETO, endocrinologista da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade da Síndrome Metabólica); CLÁUDIA COZER, diretora da Abeso; FERNANDA PISCIOLARO, nutricionista pelo Centro Universitário São Camilo e especialista em distúrbios metabólicos; MÁRCIA MARTINS SILVEIRA BERNIK, doutora em endocrinologia pela Faculdade de Medicina da USP; MARIA ANGELA ZACCARELLI MARINO, endocrinologista da Faculdade de Medicina do ABC; ZULEIKA HALPERN, endocrinologista e integrante do comitê de ética da International Association for the Study of Obesity; WALMIR COUTINHO, integrante do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

quinta-feira, 21 de junho de 2007

FIBRAS NA SUA ALIMENTAÇÃO da NTC

As fibras podem ser usadas na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, constipação intestinal e câncer de cólon. Auxiliam no combate ao mau hálito, facilitam a digestão e proporcionam a sensação de que o estômago está cheio. Podem ser usadas em todas as idades, sem contra indicações.


São classificadas como fibras solúveis e insolúveis.

As fibras solúveis agem, principalmente, no estômago e no intestino delgado, proporcionando uma digestão mais lenta e eficaz. Elas são encontradas na aveia, na cevada, no bagaço de frutas cítricas, na maçã e na goiaba. As insolúveis atuam no intestino grosso (cólon) absorvendo água e, assim, aumentam de tamanho, deixando as fezes mais amolecidas para a evacuação. Essa massa de fezes pressiona a parede do intestino, estimulando-o a trabalhar mais para evacuar, evitando a prisão de ventre. As insolúveis são encontradas em cereais (farelos), hortaliças (alface), na casca das frutas, na couve e no aipo (legumes).

Recomendações (FDA - Food and Drug Administration)

adultos = 25 a 35 g/dia de

crianças e adolescentes até 20 anos = idade + 5

Assim, se a criança tiver 10 anos (10 + 5 = 15), ela deverá ingerir 15 gramas de fibras por dia.

Quantidade de fibras existente em alguns alimentos:

Cereais e derivados

Quantidade

Fibras

Arroz branco cozido

4 colheres de sopa cheias

0,90 g

Arroz integral cozido

4 colheres de sopa cheias

1,50 g

Pão de centeio em forma

2 fatias

2,41 g

Pão de glúten em forma

2 fatias

1,37 g

Pão integral em forma

2 fatias

2,51 g

Pão preto em forma

2 fatias

2,41 g

Pão francês

1 unidades

1,60 g

Farelo de trigo

3 colheres de sopa cheias

20,14 g

Flocos de aveia

3 colheres de sopa cheias

2,74 g



Vegetais

Quantidade

Fibras

Alface lisa (picada)

2 pratos de sobremesa

0,60 g

Batata cozida

1,5 pequena

1,90 g

Brócolis cozido

4 colheres de sopa

1,43 g

Beterraba cozida

1 média

2,24 g

Cenoura crua

1 média

1,54 g

Espinafre cozido

2 colheres de sopa cheias

0,80 g

Feijão preto cozido

1 concha média

6,00 g

Lentilha cozida

1 concha rasa

5,02 g

Mandioca cozida

1 pedaço médio

1,80 g



Frutas

Quantidade

Fibras

Banana-nanica

1 unidade

1,80 g

Laranja-pêra

1 unidade pequena

2,20 g

Maçã

1 unidade média

2,20 g

Manga

2 unidades pequenas

3,28 g


O que são Gorduras Trans?

As gorduras TRANS tem como origem produtos animais como a carne, manteiga e alimentos processados.

São formad as no processo de hidrogenação parcial de óleos vegetais (no qual óleos vegetais líquidos são transformados em gorduras mais consistentes).

As gorduras TRANS aumentam o risco de doenças cardíacas.

Alimentos que contêm maiores quantidades de ácidos graxos / gorduras TRANS:

  • Batata frita
  • Hambúrgueres fritos
  • Doces
  • Queijo na Chapa
  • Batata palha
  • Petiscos de queijo fritos
  • Salgadinhos em pacote
  • Biscoitos recheados
  • Frango frito
  • Balas
  • Maioneses
  • Manteigas
  • Banha
  • Temperos para saladas industrializados


Melhores escolhas:

• Batatas assadas

• Molhos com azeite de oliva

• Carnes assadas

• Óleos acondicionados em garrafas escuras e fechadas

• Óleos não refinados

Kellogg’s Advertising Diet

Published on Tuesday, June 19, 2007 by Truthdig.com
by Marie Cocco

WASHINGTON—Arrivederci, Apple Jacks. Hello, reconstituted Rice Krispies.

“What are we going to do about Pop-Tarts?” wonders David Mackay, chief executive of the Kellogg Company, when I ask about those wretched rectangles of sugar that my kid brother used to scarf down for breakfast. “That’s probably the most challenging within the portfolio.”

If we’re talking Pop-Tarts, we’re making progress.

For years it’s been obvious that the food industry—more specifically, those companies that push a supersized lineup of ads for nutritional junk on television shows aimed at kids—has played some role in the rise in childhood obesity and the early onset of diseases such as diabetes that can result from kids’ growing girth. Consumer and medical groups have long complained that the ads, which constitute about half the commercials on children’s shows, are hooking kids on sugary cereal and soda, on greasy burgers instead of, say, whole grains. Last year, the Institute of Medicine concluded that television advertising not only influences the “food preferences” of kids under 12, but is also helping to make them fat.

The food industry is at last responding by doing something the tobacco industry did not: acknowledging its role in the health threat, confronting the possibility of lawsuits and regulatory crackdowns, and voluntarily changing its ways.

Kellogg, the largest purveyor of cereal in the world, has just agreed to stop advertising products to kids under 12 if the foods exceed new dietary guidelines for sugar, fat and sodium content. If a product the company now advertises to kids doesn’t meet the new criteria, it is to be reformulated so that it does, or the ads will cease—at least on those shows for which half the viewers are under 12. “Rice Krispies is a good case—its sodium level will need to come down,” Mackay told me in a phone interview. “When we’re looking at sugar, cereal is really probably the area where we’re going to have to do the most work.”

It’s not easy to please a young palate that’s been trained to think that breakfast is supposed to taste like dessert, or to re-educate a kid who has come to believe that the “fruit” in Fruit Loops satisfies a tier on the government’s food pyramid. Fruit Loops, Apple Jacks and Cocoa Krispies won’t make the sugar cut, which requires cereals to have 12 grams of sugar or less per serving if they are to be advertised to kids. Frosted Flakes will.

“The sugar limit is on the generous side,” says Michael F. Jacobson, executive director of the Center for Science in the Public Interest. “Twelve grams is three teaspoons of sugar.” Well, that’s better than four. And ads for Pop-Tarts, unless the pastries undergo a dramatic nutritional makeover, are effectively “banned from children’s TV,” Jacobson says.

The science group, along with the Campaign for a Commercial-Free Childhood and two Massachusetts parents, had threatened to sue Kellogg and Viacom, parent company of the Nickelodeon children’s television network, over food advertising to children. Kellogg entered into talks with the groups last year, then made its own announcement of advertising policy and nutrition-content changes ahead of the rest of the industry. Ten of the largest food and beverage companies are expected later this summer to come up with individual plans to address nutritionally suspect foods pitched to children. “I hope that it triggers some real competition to have even stronger standards for marketing to children both with regard to the nutrients and also where they’re going to market,” Jacobson said of the Kellogg initiative.

The Internet has become a playground for food companies, which use Web sites to offer kids games and contests galore while pushing their products. Tie-ins with popular media characters and toys (Kellogg’s “Shrek” cereal doesn’t come close to meeting the company’s reduced sugar requirements) continue to be the rage. Even now, the Kellogg site pushes a new product—Cinna-Mach I Brown Sugar Cinnamon Pop-Tarts—that fails to meet the new sugar standard and simultaneously appeals to kids by promoting Mattel Hot Wheels cars. Mackay says products already linked with cross-promotion contracts will continue to be governed by them until the contracts expire.

So change will come slowly but inevitably—and beneficially. No protracted lawsuits. No contentious fight over regulation.

And the crucial part of the Kellogg initiative is that it won’t just change the ads kids will see—it’s going to change, for the better, the foods they eat. That really is the best to you each morning.

Marie Cocco’s e-mail address is mariecocco(at symbol)washpost.com.

© 2007, Washington Post Writers Group

segunda-feira, 18 de junho de 2007

A Droga Mais Mortal do Futuro?

Nossa comida está doente?

A culpa não é só da fast-food: nem mesmo os orgânicos estão 100% livres dos problemas encontrados nos produtos que chegam à mesa

Reportagem: Fernanda Colavitti para Galileu

Que o peixe morre pela boca todo o mundo sabe. O que novos estudos mostram é que agora ele mata também. Considerados ingredientes fundamentais na alimentação balanceada, os frutos do mar podem conter substâncias que, em vez da longevidade prometida pela dieta mediterrânea, podem acelerar o fim. E os peixes não estão sozinhos. Dependendo da preparação, um tomate tem poder deletério similar ao da fast-food. Carne vermelha, frutas, verduras e até o pãozinho nosso de cada dia compõem o cardápio que alimentará as doenças que, em 2020, vão matar mais do que o consumo de drogas. Assim, fica a pergunta: o que comer? A resposta não é simples.

Pouca coisa escapa à fúria informativa dos defensores do bem-estar. E os "vilões" culinários vão desde os mais óbvios - como a comida industrializada, principal responsável pela epidemia de obesidade que atinge mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo - aos mais, digamos, inocentes. Estudos ligam o consumo de carne vermelha ao câncer. Isso no longo prazo. No curto, há a ameaça de contaminação dessa mesma carne pela chamada doença da vaca louca. Procurar refúgio na carne branca? Pode ser, mas e a gripe aviária? Então o negócio é correr para os vegetais. Ah, tá, esqueceu os agrotóxicos?

Para sair dessa sinuca de bico, Galileu foi atrás de nutricionistas, médicos, engenheiros de alimentos e outros especialistas no tema. Além de saber o que colocar na nossa bandeja no restaurante aqui da editora, fomos mais fundo para saber se, de fato, a comida é o maior vilão do século 21.

"Eu acho que não podemos ser radicais e apontar culpados quando falamos em alimentação. A comida não é o único vilão. A modernidade e o estilo de vida associados a uma alimentação do século 21, sim, podem ser os vilões", diz a nutricionista Priscila Maximino, da USP. Apesar de concordar que se trata de um problema multifatorial, o endocrinologista Márcio Mancini, do grupo de obesidade e síndrome metabólica do Hospital das Clínicas de São Paulo, não desassocia a vilania daquilo que colocamos no prato. "Ainda que se leve em consideração a diminuição da atividade física por conta das facilidades do transporte e eletrodomésticos, a grande mudança foi na alimentação. Temos cada vez mais coisas prontas e ricas em calorias acrescentadas na nossa dieta. Na minha opinião, a maior parcela de culpa pela obesidade é a alimentação inadequada."
E é justamente aí que mora a maior dificuldade dos comensais do século 21. Como definir com precisão a palavra "inadequada" .


Fast-food e obesidade

Antes de pedir mais um "Número 1", saiba que, em 2020, 75% das mortes no mundo serão causadas por doenças crônicas como diabetes, câncer e complicações cardíacas. Esse dado está no estudo "Diet, Nutrition and the Prevention of Chronic Diseases" (Dieta, Nutrição e Prevenção de Doenças Crônicas), da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização para Agricultura e Alimentação (FAO). E o que os dois hambúrgueres, a alface, o queijo e o molho especial no pão com gergelim têm a ver com isso?

A comida, sobretudo a industrializada, tem sido apontada como uma das principais causas dessas enfermidades, sobretudo nos Estados Unidos. Ali está a maior quantidade de obesos do mundo. Para se ter uma idéia, dois terços dos adultos e 9 milhões de crianças estão acima do peso considerado normal. O problema custa US$ 75 bilhões anuais ao sistema de saúde norte-americano e deve passar o fumo em número de mortes relacionadas.

O que tem dentro de um milk shake de morango?
A fruta em questão não passa nem perto da bebida oferecida pelo Burger King, nos Estados Unidos, conforme apurou o jornalista Eric Schlosser, para o livro "País Fast-Food"

96% Aromatizantes 4%Conservantes e fixador

O resultado disso é que hoje o país assiste a uma cruzada contra a comida industrializada e, sobretudo, contra as cadeias de fast-food. Em relação ao passado, a diferença é que agora, em vez dos médicos com seus moderadores de apetite, estão entrando em cena as canetas dos legisladores. Os processos judiciais condenando esse tipo de restaurante viraram moda no país.

E não é só a Justiça que quer condenar essas lanchonetes. A briga dos norte-americanos contra as veias entupidas responde pelo sucesso de filmes que dissecam os bastidores das grandes redes de fast-food, como "Super Size Me", de 2004, que arrecadou mais de US$ 10 milhões nos EUA. Há ainda livros como "País Fast-Food", sobre o mesmo tema. A obra ganhou uma versão para o cinema em 2006 e tem estréia programada para este ano.

Praticamente todas as semanas é divulgado um novo estudo ligando o consumo de carne vermelha a algum tipo de câncer. O maior deles, que investigou os hábitos alimentares de 500 mil pessoas na Europa durante cinco anos e foi divulgado no ano passado, mostrou que pessoas que comem carne vermelha e seus derivados têm mais chances de desenvolver câncer de intestino.

Mas o preço para sair desse grupo de risco pode ser elevado. A nutricionista Luana Caroline dos Santos, da Faculdade de Saúde Pública da USP, diz que a carne bovina apresenta um grande valor nutricional, pois é rica em proteínas de excelente qualidade, é fonte de minerais como ferro (que previne a anemia) e zinco (importante para o sistema imunológico, cicatrização e crescimento) , fornece ácidos graxos essenciais e vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B12, essenciais para o funcionamento do organismo. "Deste modo, esta carne não deve ser excluída da alimentação."

Como resolver esse dilema? Os especialistas dizem que o consumo moderado de carne vermelha não acarreta prejuízos à saúde. Segundo Luana, é possível consumir até 170 gramas por dia, o equivalente a um bife grande, preferencialmente de carne magra, sem riscos.
Praticamente todas as semanas é divulgado um novo estudo ligando o consumo de carne vermelha a algum tipo de câncer. O maior deles, que investigou os hábitos alimentares de 500 mil pessoas na Europa durante cinco anos e foi divulgado no ano passado, mostrou que pessoas que comem carne vermelha e seus derivados têm mais chances de desenvolver câncer de intestino.

Mas o preço para sair desse grupo de risco pode ser elevado. A nutricionista Luana Caroline dos Santos, da Faculdade de Saúde Pública da USP, diz que a carne bovina apresenta um grande valor nutricional, pois é rica em proteínas de excelente qualidade, é fonte de minerais como ferro (que previne a anemia) e zinco (importante para o sistema imunológico, cicatrização e crescimento) , fornece ácidos graxos essenciais e vitaminas do complexo B, principalmente a vitamina B12, essenciais para o funcionamento do organismo. "Deste modo, esta carne não deve ser excluída da alimentação."

Como resolver esse dilema? Os especialistas dizem que o consumo moderado de carne vermelha não acarreta prejuízos à saúde. Segundo Luana, é possível consumir até 170 gramas por dia, o equivalente a um bife grande, preferencialmente de carne magra, sem riscos.

Legumes, frutas e verduras
Para tranqüilizar, saiba que algumas verdades a respeito da comida são imutáveis. As saladas continuam ótimas para a cintura. Pelo menos para o lado de fora dela. Para o de dentro, nem tanto. Apontados como os principais componentes de >> >> uma dieta saudável, legumes, frutas e verduras estão sob suspeita nos últimos tempos devido à presença de agrotóxicos. E a coisa piora na mesa brasileira. Um relatório da FAO classifica o Brasil como o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo, despejando anualmente 1,5 kg de ingrediente ativo por hectare cultivado.

Em algumas lavouras, o uso de agrotóxicos é assustador: na cultura do tomate, a média é de 40 quilos por hectare em cada safra. "Outros campeões de agrotóxicos são a batata, o morango e a uva", diz o engenheiro de alimentos Francisco Maugeri Filho, da Unicamp. Ele acrescenta que é justamente por isso que as aclamadas propriedades funcionais do tomate só entram em campo quando ele é cozido. "Só assim os agrotóxicos são desnaturados" , diz.

Muitos destes agrotóxicos são comprovadamente cancerígenos e podem causar problemas de fertilidade em homens e mulheres. Além disso, quando mal utilizados, podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Esta última, a mais letal delas, pode levar a paralisias e doenças severas, como o câncer. "Uma pessoa de 30 anos que ingira agrotóxicos por meio de alimentos, todos os dias, pode vir a sentir esse efeitos aos 60", afirma Gwendal Bellocq, gerente de certificação do Instituto Biodinâmico (IBD), que atesta produtos orgânicos. Mas nem tudo o que sempre ouvimos sobre o benefício da ingestão de frutas, verduras e legumes está errado. Quando avaliamos a relação risco-benefício entre os agrotóxicos e o consumo de frutas e verduras, os benefícios são muito maiores e já comprovados. A balança tem de pesar para que esses alimentos sejam, sim, consumidos", diz a nutricionista Priscila Maximino, da USP.

Comida industrializada
Bom, aqui há pouca controvérsia. A comida industrializada é uma fábrica de doenças. Isso por conta dos aditivos, corantes, açúcares e gorduras adicionadas no processo. Fica fácil se certificar disso ao ler rótulos de margarinas. Mas até comidas consideradas inofensivas carregam os mesmos males. Um exemplo é o pão francês, segundo o engenheiro de alimentos Francisco Maugeri, da Unicamp. "Esse alimento é cheio de aditivos e, além disso, o trigo é um cereal de clima frio, que está sendo plantado no cerrado, que é quente. Para que cresça e não tenha problemas com pragas, é lotado de agrotóxicos."

Primos próximos dos pães, os biscoitos escondem em sua receita o atual campeão de vilania: a gordura trans. Seu efeito no organismo é semelhante ao da gordura saturada, portanto, favorece a diminuição do HDL (o colesterol do bem) e o aumento do LDL (o do mal). O consumo excessivo de gordura trans pode mandar o seu colesterol às alturas.

Dizer para que as pessoas nunca mais consumam produtos industrializados, por conta desses problemas, seria uma recomendação fora da realidade. Mas dá para maneirar. "Privilegiar o consumo de alimentos frescos e produzidos sob manejo orgânico ou processados sem o uso de aditivos sintéticos é uma alternativa" , diz Luana. O conselho é perfeito, mas, como está muito longe de ser realidade para a maioria dos mortais, alguns especialistas consideram a comida, se não a maior, uma das grandes drogas do século 21. Os números sustentam esse raciocínio.
Todos os anos, 200 mil pessoas morrem devido a problemas ligados ao consumo de drogas, segundo a OMS. Parece muita gente, mas, se compararmos à quantidade de gente que morre em decorrência de danos causados pela má alimentação, não é nada. Dados mais recentes da mesma organização, de 2001, dizem que mais de 33 milhões de pessoas morreram naquele ano por doenças crônicas ligadas à comida. Nada que é inalado ou aspirado é um matador mais eficaz do que aquilo que é mastigado.

O vai-e-vem das recomendações
Durante décadas os consumidores foram alertados por médicos e nutricionistas sobre os perigos de ingerir café. Atualmente, a bebida está quase entrando para o rol dos alimentos funcionais. A ingestão de fibras sempre foi apontada como um importante fator de prevenção ao câncer de cólon. No ano passado, um grande estudo desmentiu a afirmação. Há alguns meses, os benefícios de seguir uma dieta baixa em gordura também foram questionados.

Uma das principais causas da confusão é o fato de as pesquisas nutricionais focalizarem um único componente - nutriente isolado da comida ou a comida fora do contexto da dieta e hábitos de vida dos voluntários. Isso é ampliado pelo fato de que humanos são objetos de pesquisa muito complicados, pois nem sempre seguem as recomendações ou reportam fielmente seus hábitos alimentares, segundo a nutricionista Marion Nestle, especialista em saúde pública da Universidade de Nova York.

Existem três tipos de pesquisas desse gênero. Os mais rigorosos são os estudos metabólicos, nos quais os pesquisadores mantêm controle total sobre a dieta dos voluntários por dias ou semanas. Eles são úteis para determinar se um certo nutriente, comida ou dieta afeta os biomarcadores, como níveis de colesterol. O problema é que eles não imitam a vida real e geralmente não duram tempo suficiente para provar a relação entre saúde e dieta.

Há os estudos observacionais, nos quais se recruta um grande grupo de pessoas saudáveis, registra-se sua alimentação por meses ou anos, enquanto monitora-se sua saúde. Este é o tipo mais comum, mas é atrapalhado por fatores como fumo, exercício e álcool. Por fim, o melhor dos métodos, que são os experimentos randomizados. Os voluntários são separados em dois grupos. Enquanto a um é solicitado que mude algum aspecto de sua alimentação por meses ou anos, o outro é aconselhado a comer normalmente. No final, comparam-se as diferenças na saúde entre um e outro.

Saiba o que você deve checar na hora de comprar um alimento

Porção - É a quantidade média do produto que, de acordo com as recomendações do fabricante, deve ser usualmente consumida por pessoas sadias.

Medida Caseira - Indica a unidade de medida normalmente utilizada pelo consumidor para quantificar alimentos. Por exemplo: fatias, potes, xícaras, copos, colheres de sopa. A apresentação dessa informação é obrigatória, pois vai ajudar o consumidor a entender melhor os dados nutricionais.

% VD - Porcentual de valores diários (%VD) é um número em porcentual que indica o quanto o produto em questão apresenta de energia e nutrientes em relação a uma dieta de 2.000 calorias.

Cada nutriente apresenta um valor diferente para se calcular o VD
Valores diários recomendados
Valor energético - 2.000 kcal/8.400 Kj
Carboidratos - 300 g
Proteínas - 75 g
Gorduras totais - 55 g
Gorduras saturadas - 22 g
Fibra alimentar - 25 g
Sódio - 2.400 mg
Não há valor diário para gorduras trans

Você sabe o que tem dentro do que está comendo?

Valor energético
É a quantidade de energia total fornecida pelo alimento, proveniente das gorduras, carboidratos e proteínas. É representada em quilocalorias ou quilojoules.

Carboidratos
São os nutrientes que têm como principal função fornecer energia ao organismo. São encontrados em maior quantidade no açúcar, massas, farinhas e tubérculos.

Proteínas
Nutrientes necessários para construção e manutenção dos órgãos, tecidos e células. Estão presentes, sobretudo, em carnes, ovos, leite e derivados e legumes.

Gorduras totais
Representam a soma das gorduras presentes nos alimentos (origem vegetal e animal). São as principais fontes de energia e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K.

Gorduras saturadas
São as gorduras de origem animal, presentes nas carnes, leite integral, manteiga, pele de frango etc. Devem ser consumidas moderadamente, pois aumentam o risco de doenças do coração.

Fibra alimentar
Um tipo de carboidrato presente nos alimentos de origem vegetal.

Sódio
Mineral útil para a manutenção do metabolismo, mas o consumo excessivo pode levar à hipertensão. Alimentos com grande quantidade de sal são ricos em sódio.

Gorduras trans
Formada no processo tecnológico que transforma óleos vegetais em gorduras sólidas (hidrogenação) . É usada na fabricação de sorvetes, biscoitos, snacks e produtos de panificação. Dá mais consistência e aumenta o prazo de validade. As gorduras de animais ruminantes (como vaca, cabra, ovelha) contêm pequenas quantidades de gorduras trans. O consumo deve ser reduzido, pois aumenta o risco de doenças do coração.

Anatomia de uma salsicha

Ela não é feita com jornal, como muitos imaginam, mas contém outros ingredientes de revirar o estômago

Retalhos de carne
De suíno e bovino, que contêm de 20% a 30% de gordura, por isso são misturadas a outras mais magras, como acém e pescoço de boi. A cada boi abatido, sobram de 6 a 8 quilos de carne industrial, tiradas da cabeça, bochecha, nuca e diafragma.
Carne de Frango
Retirada do osso, torso, pescoço e o que restou depois da desossa. Essa é uma das matérias-primas mais importantes da salsicha e nos embutidos em geral, correspondendo entre 20% e 40% dos ingredientes
Carne de sangria
O local por onde passa a faca, por onde o boi sangra
29% Amido de mandioca (fécula)
Também existe a possibilidade de conter fécula de soja
Aditivos
2,2% de sal;
0,3% de fosfato de sódio,
150 a 200 ppm (partes por milhão) de nitrato de sódio
500 ppm de ascorbato de sódio (que acelera processo de fabricação e responsável pela cor rosada do produto final)


Cérebro faminto

As sensações de fome e saciedade têm início no cérebro. Se não fosse por isso, comeríamos muito mais, pois as outras alterações fisiológicas que sinalizam a saciedade demoram mais para ocorrer
1 - Córtex Cingulado
Recebe o sinal de fome do hipotálamo e cuida do comportamento motivado, nesse caso, buscar alimento
2 - Hipotálamo
Região responsável pela sensação de fome e controle da ingestão de alimentos
3 - Órbito Frontal
À medida que o alimento entra pela boca, os neurônios dessa região do córtex respondem menos à comida. Esse é um dos fatores que contribuem para a sensação de saciedade e acontece antes das alterações nos níveis de açúcar e insulina no sangue

Sem motivos para preocupações

As criações de carne no Brasil estão entre as mais seguras do mundo

Problemas como a doença da vaca louca ou a gripe do frango, principais preocupações relativas à carne no mundo, atualmente, dificilmente chegarão ao Brasil. Segundo especialistas em saúde e criação desses animais, o modo como o gado e o frango são criados no País garante uma carne saudável aos consumidores. "Aquelas imagens de filme de horror, nas quais os bois são confinados e dezenas de frangos são acumulados em gaiolas sem higiene, são criação da mídia. Pelo menos no que se refere ao Brasil", diz o veterinário Pedro de Felício, professor da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp e especialista em qualidade de carne.
Ele diz que toda a criação de boi no Brasil é feita em regime de pasto, o que exclui o perigo da contaminação pela encefalopatia espongiforme bovina, a chamada doença da vaca louca. O problema se dá por meio da ingestão de ração com carcaça de outros animais. "Nosso gado é abatido com três anos, e poderia ser chamado de orgânico, mas por questões legais, chama-se de natural", afirma. O gado orgânico é criado de maneira especial, com uma série de normas e regras: recebem tratamentos veterinários à base de homeopatia, só comem rações orgânicas e o tipo de manejo e o transporte evitam qualquer tipo de estresse no animal. "Assim como acontece com os outros alimentos orgânicos, também não há nenhum estudo que comprove que comer esse tipo de carne traz mais benefícios à saúde do que comer a convencional" , diz Gwendal Bellocq, do IBD.

Segundo o engenheiro de alimentos Francisco Maugeri Filho, da Unicamp, o único problema com a carne bovina e leite no Brasil é a deficiência de inspeção. "É claro que existem muitas regiões no País onde a criação desses animais é feita de maneira arcaica, mas, de modo geral, a indústria vem batalhando para acabar com as doenças."

O mesmo pode ser dito em relação ao frango, segundo o veterinário Vicente José Maria Savino, do laboratório de melhoramento de aves da Esalq. Ao contrário do que se imagina, as aves não recebem hormônios para promover seu crescimento. "Essa crença provavelmente surgiu em decorrência dos avanços genéticos e ambientais, sobretudo a alimentação melhorada, que fizeram com que o animal crescesse mais rápido. Há 30 anos, o abate demorava de 100 a 120 dias; hoje são 40 dias."

Até existem hormônios para frango, mas o que se usa, quando necessário, são antibióticos como promotores de crescimento. "Mas em dosagens muito baixas, para favorecer a absorção da alimentação." Ele explica que, nessas dosagens baixas, os antibióticos usados nas aves não trazem nenhum prejuízo à saúde humana. "Mas se forem usados de forma inadequada, sem controle, podem causar resistência do organismo humano a antibióticos, o que é bem difícil de acontecer." Em relação aos hormônios, não só sua utilização, como seus possíveis efeitos no homem, não passam de especulação. "Alguns médicos dizem que eles podem adiantar a puberdade, trazer problemas de crescimento, mas não há nenhum embasamento científico", completa. Mas de onde surgiu tanto boato? Para o veterinário, trata-se de uma questão comercial. "Nos Estados Unidos existe uma briga acirrada entre produtores de carne vermelha e de frango, em que vale tudo para defender seu mercado."

O confinamento de aves na mesma gaiola, passando doenças umas para as outras, comum nos mercados de aves da Ásia (não por acaso, onde surgiu a gripe do frango), não existe no Brasil, segundo Savino. "A sanidade da avicultura brasileira é uma das melhores do mundo. Somos o segundo exportador de frango e nossa carne é criada com tecnologia e sem problemas", diz o veterinário.

A dieta ideal

Mais atividade física, quantidades diferentes de gorduras saudáveis e não-saudáveis, menos laticínios e bastante vegetais e legumes

100% seguros? Nem os orgânicos estão livres de críticas

Nem mesmo os orgânicos ficam de fora da desconfiança que cerca os alimentos em geral. Há alguns meses, um lote de espinafres orgânicos contaminados por uma variação da bactéria E. coli foi responsável pela intoxicação de diversos norte-americanos. O episódio colocou em dúvida a segurança dos alimentos cultivados sem agrotóxicos. Alguns especialistas dizem que esse tipo de cultura estaria mais exposto à contaminação por microorganismos. Os produtores rebatem. "Os agrotóxicos, não necessariamente, são bactericidas. A contaminação por bactérias pode acontecer em qualquer cultura", diz Alexandre Harkaly, presidente do IBD, que certifica alimentos orgânicos.

Polêmicas à parte, nutricionistas e outros especialistas em alimentação advertem que os alimentos orgânicos não apresentam nenhum benefício adicional, em termos nutricionais, do que os convencionais. "Não existe nada na literatura científica que sustente isso", diz Gwendal Bellocq, do IBD. Uma alimentação com produtos orgânicos, muito mais caros do que os convencionais, pode ser uma boa alternativa para fugir dos agrotóxicos. Mas apenas isso. As escolhas alimentares ao longo do dia continuam sendo a chave para uma dieta saudável. "Não adianta comer alface orgânica e frituras todos os dias", diz a nutricionista Priscila Maximino, da USP.

RETIRADO DO SITE http://revistagalil eu.globo. com/

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