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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Notícias, Reportagens e Eventos relacionados ao Sistema Honnō de Saúde e às técnicas e terapias da antiga Medicina Oriental

Participe do I Congresso Internacional Brasil-Japão de Acupuntura e Eletroacupuntura Científica que acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de outubro de 2008 na cidade do Rio de Janeiro.

Participação de renomados conferencistas internacionais com o objetivo de incentivar o intercâmbio técnico-científico e a troca de experiências entre profissionais de saúde do Brasil e do Japão, como também observar a evolução do uso da Acupuntura, Eletroacupuntura e outras técnicas e terapias da Medicina Oriental, no tratamento de doenças específicas e sua eficácia na prevenção de diversas enfermidades.

Eventos paralelos, workshops e mini-cursos diversos com emissão de certificados das instituições organizadoras.

Lançamento de livros como “Revolução Imunológica” do prestigiado Dr. Toru Abo da Universidade de Medicina de Niigata, Japão.

Apresentação e explanação de técnicas e exercícios do Sistema Honnō de Saúde e os “8 Caminhos de Saúde e Cura”, pelo Dr. Sohaku Bastos.

Mais informações Aqui.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Açúcar perigoso

Agência FAPESP – Um fenômeno considerado saudável para as células, o acúmulo de açúcar – que os tecidos usam como reservas energéticas –, acaba de se mostrar ruim para os neurônios e pode explicar a origem de diversas doenças degenerativas.

A afirmação é de um estudo publicado por um grupo de cientistas espanhóis na edição deste domingo (21/10) da revista Nature Neuroscience. O acúmulo ocorre na forma de glicogênio, polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose e utilizado como reserva energética.

A descoberta vem de estudo feito pelo grupo espanhol da doença de Lafora, uma desordem rara, irreversível e sem cura, caracterizada pelo aparecimento precoce de crises epilépticas. Com início na adolescência, a doença é marcada pela degeneração progressiva que reduz o paciente a um estado vegetativo em um período médio de dez anos.

A doença, que leva o nome do neuropatologista espanhol Gonzalo Rodriguez Lafora (1887-1971), é herdada dos pais, que carregam mutações em um ou outro dos genes associados com a patologia. Esses genes são conhecidos como laforina e malina. A doença também é caracterizada pelo acúmulo de formações anormais em neurônios, chamados de corpos de Lafora.

O estudo descreve as funções da laforina e da malina, explica a origem dos corpos de Lafora e identifica como ocorre o processo neurodegenerativo da doença.

“Observamos que esses dois genes atuam em conjunto como guardiões dos níveis de glicogênio em neurônios e são estimulados pela degradação das proteínas responsáveis pelo acúmulo de glicose. Em uma situação na qual um dos genes deixa de funcionar, essas proteínas não são degradadas, o glicogênio se acumula e, conseqüentemente, os neurônios se deterioram e ocorre o suicídio celular programado (a apoptose)”, explicou Joan J. Guinovart, diretora do Instituto de Pesquisa em Biomedicina e da Universidade de Barcelona.

De acordo com os pesquisadores, as conclusões do estudo ajudam a aumentar a expectativa de que estratégias eficientes para tratar a doença de Lafora possam ser encontradas. Um possível caminho, segundo eles, seria identificar uma molécula capaz de inibir a síntese de glicogênio em neurônios.

Entender melhor os mecanismos que estimulam e bloqueiam a produção de glicogênio também teria um grande impacto no estudo de outras doenças neurológicas e degenerativas. “Queremos ampliar os resultados do estudo para outras patologias nas quais o glicogênio está presente em neurônios, uma vez que nossos resultados sugerem que essa molécula é parte do problema”, disse Joan.

O artigo Mechanism suppressing glycogen synthesis in neurons and its demise in progressive myoclonus epilepsy, de Joan J. Guinovart e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em www.nature.com/neuro.

sábado, 28 de julho de 2007

A revolução do cérebro

A máquina mais complexa do Universo está na sua cabeça. Agora que começamos a entender como ela funciona,descobrimos capacidades que nem imaginávamos. Saiba quais são esses superpoderes - e o que fazer para adquiri-los

Texto Rafael Kenski para SuperInteressante de Junho de 2006

O seu cérebro é capaz de quase qualquer coisa. Ele consegue parar o tempo, ficar vários dias numa boa sem dormir, ler pensamentos, mover objetos a distância e se reconstruir de acordo com a necessidade.

Parecem superpoderes de histórias em quadrinhos, mas são apenas algumas das descobertas que os neurocientistas fizeram ao longo da última década. Algumas dessas façanhas sempre fizeram parte do seu cérebro e só agora conseguimos perceber.

Outras são fruto da ciência: ao decifrar alguns mecanismos da nossa mente, os pesquisadores estão encontrando maneiras de realizar coisas que antes pareciam impossíveis. O resultado é uma revolução como nenhuma outra, capaz de mudar não só a maneira como entendemos o cérebro, mas também a imagem que fazemos do mundo, da realidade e de quem somos nós.

Clique no título e acompanhe toda a matéria.


Tudo do que você lembra é verdade?

Super Interessante, março de 2005
Natalia Yudenitsch

Não. Nem sempre a sua lembrança de um fato é garantia de que ele aconteceu. As experiências que vivemos são processadas por grupos de neurônios em diferentes partes do cérebro. Esses neurônios classificam nossas memórias por critérios visuais, olfativos, tácteis e auditivos. Por exemplo, uma fruta como a tâmara seria fichada por sua cor ocre, seu gosto agridoce, seu formato alongado e casca rígida. "O registro de onde está cada pedaço que forma a memória fica numa área do cérebro chamada hipocampo. Depois de algum tempo, o cérebro não precisa mais recorrer a ele e a ativação de qualquer uma das partes pode levar à reconstrução da rede toda, ou seja, à lembrança do fato", explica a neurocientista Suzana Herculano-Houzel. Só que a forma como essa reconstituição é feita pode alterar sua lembrança. Se ao ver uma tâmara pela primeira vez você estava tomando suco de laranja, por exemplo, o córtex pode puxar a lembrança desse sabor e fazer você pensar que tâmaras têm gosto cítrico.

Elementos externos, como a pressão de uma autoridade, também podem confundir a reconstituição. Digamos que alguém viu um crime, mas não enxergou claramente o criminoso. Se essa pessoa estiver amedrontada e o interrogador fizer perguntas como "ele tinha uma tatuagem no braço?", ela pode "lembrar-se" de algo que não aconteceu. "Diante de uma sugestão forte, podemos criar algo com tamanha riqueza de detalhes que a ativação interna do cérebro confunde essas imagens com fatos reais, criando a memória falsa", diz Suzana.

Nas décadas de 1980 e 90, quando cientistas ainda não sabiam da existência de memórias falsas, um método conhecido como terapia de recuperação da memória, que consistia em fazer regressões ou hipnoses em supostas vítimas, foi muito utilizado em investigações policiais. Um exemplo dos resultados desastrosos da técnica foi o caso da Escola Base, em São Paulo, quando professores foram acusados de molestar alunos a partir de memórias sugeridas às crianças por pais e terapeutas. Não é à toa que hoje lembranças que surgem em terapias ou interrogatórios só valem no tribunal após uma longa investigação.

Memória seletiva

segunda-feira, 23 de julho de 2007

MSG: Nicotine for Food

By Dr. Ralph Wilson
For Biophile.co.za


For the last fifty years, the medical community has been baffled by the rise in cases of Attention Deficit Hyperactive Disorder (ADHD) and autism. These two diseases, unheard of before 1950, have been striking an increasing number of children. Physicians have been unable to explain to parents why their children are suffering these maladies despite there not being any family history of the disorder.

Finally these parents will know one possible answer. Thanks to John Erb, a developmental disorder researcher and author of the book The Slow Poisoning of America, one possible cause of ADHD and Autism is no longer a mystery."These diseases appear to be caused by a food additive commonly known as MSG or Monosodium Glutamate," John Erb explains. "MSG is added to food because of its addictive qualities, it is nicotine for food. It is highly reactive in the human brain and other organs."

MSG and its related ingredients have been found in increasing amounts in processed and fast foods. Almost every restaurant and most processed foods from snacks and soups to ready-made meals have glutamate in them in some form or another. MSG has no nutritional value. Scientific studies have shown that food laced with the MSG cause people to eat more of it, and faster, than food without it.

"Corporations use this knowledge to sell their products. Their competition uses MSG, so they keep adding it in larger amounts to keep up with them," John Erb comments. The FDA has no limits on how much MSG can be added to foods, even though as little as two tablespoons of it has been shown to cause epileptic convulsions and death in animals such as dogs.

MSG is a highly reactive amino acid. It is used by scientists in studies to purposely cause death to areas of the brain and is fed to rodents to make a strain of obese and pre-diabetic test subjects. MSG is classified as a neurotoxin: too much of it introduced to the brain can cause rapid cell death. It is this kind of destruction that John Erb states is the cause of ADHD and Autism. He came to this conclusion after reviewing hundreds of medical journal articles detailing the ways in which glutamate affects organs such as the brain.

According to John Erb, "When a woman becomes pregnant, the placental barrier is not fully formed in the first month of fetal development. The chemicals the mother eats can go directly to the developing child. The glutamate stimulates rapid growth in the brain, creating ADHD symptoms. Too much glutamate over-stimulates areas of the brain, resulting in neuronal cell death. This destruction to the neurons results in the symptoms categorized as Autism."

MSG is used in almost every mass produced food to increase its palatability. Women are being exposed to a major toxin that can cause irreparable damage to their child even before they discover they are pregnant.

John Erb took his discovery to Dr. Susan Bryson, head of the Autism Research Centre in Halifax, and one of the leading Autism scientists in Canada. She was amazed by his findings, and confirmed that current studies being done by the National Institute of Health (NIH) show that the cause of Autism has been linked to a toxin invading the embryo's brain stem at as early as twenty days after conception. The NIH had not yet identified the toxin, but thanks to John Erb's discovery, they now know the direction in which to focus their research.

"The sooner people know that MSG can cause ADHD and Autism in their unborn children, the sooner they can take steps to avoid being another victim of the steadily increasing numbers of these disorders," John Erb states.

Autism, unheard of before 1950, (MSG was introduced to the American diet in 1948) has now risen to epidemic proportions with one in every 200 children born with the affliction.

"There may be a genetic component deciding who is stricken with ADHD and Autism, otherwise when you consider the rampant use of MSG in today's diet, every child would be born with either ADHD or Autism. But if the growth curve keeps going the way it has, it won't be long before this is the case."

MSG has been hidden in food ingredient lists as hydrolyzed vegetable protein, autolyzed yeast extract, soy protein isolate, and many other names. Every year, the amount of this substance hidden in foods rises astronomically. Just because the name MSG does not appear on the label does not mean that the food does not contain the excitotoxin glutamate.

"We should demand that the food industry, both restaurants and food manufacturers, remove the added glutamate in all its forms from anything we ingest," John Erb states emphatically. "The fact that they add it to make us addicted to their food is appalling enough, but considering it is doing terrible damage to our children, for that there is no excuse. The sooner these corporations are held accountable for poisoning us, the sooner we can eradicate ADHD and Autism from the maternity wards across the nation."


MSG causes obesity
The data is in and it is staggering: scientists have been using the common food additive MSG to create fat rats and mice to experiment on. In hundreds of studies produced worldwide over the last thirty years, MSG has been injected under the skin of day old mice and rats to produce obese rats and mice with a predisposition for diabetes.

According to the Glutamate Association, a government Lobby group sponsored by many of the companies that use or produce MSG in its various forms, the reason that it is added to food is simple:

"Studies have found that adding MSG to certain foods, such as soup and mashed potatoes, has been successful in increasing the food intake in institutionalized elderly populations.

John Erb, author of the book The Slow Poisoning of America believes that MSG is the food industry's equivalent of Nicotine. "Studies have shown that people who eat food laced with MSG eat more of it, and faster than food that does not have this additive. If it makes the elderly eat more, what is it doing to our children?"

Glutamate is an amino acid that can excite almost every major organ in the body, especially the brain. It occurs naturally in milligram amounts in some harvested foods. Now, however, a person can get as much as a teaspoonful a day by eating junk and processed foods.

"When ingested by human test subjects MSG directly affects the pancreas, stimulating it to triple its standard output of insulin output. This unnatural amount of insulin finds the sugar in the blood and converts it to fat. A few hours after you eat MSG the excess insulin the MSG triggers reduces your blood sugar level so much that you become tired and even hungry again. In animal test subjects this excess insulin leads to hyperinsulinemia: the chronic overproduction of insulin. The pancreas becomes so out of control that the body starts producing killer T cells to shut it down."

Is it any wonder why diabetes, obesity and lethargy in our children are at an all time high? Junk foods, processed foods, even school foods are laced with large amounts of glutamates.

"Too much glutamate in the brain over-excites the neurons until they die. Many people who suffer from chronic headaches and migraines can trace their trigger to eating too much MSG. If it can give an adult a migraine what can it do to a developing fetus?" John Erb asks.

Having researched over five hundred studies that use MSG to create obese mice and rats, John Erb took his concern about the food additive's safety to Washington. He was invited to report his findings to Senator Tom Harkin of the Senate Agricultural Committee.

On April 19th, 2004, Mr. Erb met with the Senator's aid, Alicia Morris, at the Agricultural office in the Birksen building. Ms. Morris was shocked by the ten page report that Mr. Erb gave her. The report, titled Published Medical Studies Linking the Food Additive MSG to Obesity, outlined fifty studies from the over five hundred he has catalogued in which rats or mice were given MSG to make them obese and hyperin-sulinemic.

John Erb suggested that the Senator should take action on the information in his MSG Report before the Personal Responsibility in Food Consumption Act is passed by the Senate This act, known as The Cheeseburger Bill, would protect food manufacturers and restaurants from litigation stemming from discoveries such as Mr. Erb's: MSG has been proven to cause obesity and pre-diabetes in test subjects and is used as a food additive to make people eat more. He believes that the EDA should ban the adding of glutamates to the American diet until the food manufacturers can prove that there is no danger to the public health.

Mr. Erb concludes that "Considering that the same chemical used to make fat rats is used in uncontrolled amounts in our nation's food supply to make us eat more, it is doubtful that they could ever prove it safe for human consumption. One wonders how it was ever approved to be added to our food in the first place."

MSG may not be the only cause of obesity, but it is the chemical of choice used by scientists to create obese subjects in lab experiments.

This article was first published in Biophile issue 9 - www.biophile.co.za

Vício açucarado

23/07/2007

Agência FAPESP – Quando a nicotina se liga a um neurônio, como a célula consegue enviar o sinal que anuncia a presença da substância e dispara a sensação de prazer? Graças ao açúcar, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores norte-americanos.

O grupo, da Universidade do Sul da Califórnia (USC), propõe que o açúcar seria o responsável por abrir a passagem na membrana da célula e por anunciar a chegada da nicotina. Os resultados da pesquisa serão publicados na edição on-line da revista Nature Neuroscience.

Para o biólogo estrutural Raymond Stevens, do Instituto de Pesquisa Scripps, o estudo é “um marco nos campos de biologia estrutural e comunicação neural”. Além da dependência de nicotina, Stevens destaca que a pesquisa pode indicar alvos para o desenvolvimento de fármacos relacionados ao tratamento de epilepsia, esquizofrenia e depressão.

Utilizando camundongos como modelo, o estudo fornece o primeiro olhar detalhado sobre parte do receptor de acetilcolina nicotínica (nAChR): uma das moléculas de um grande e importante grupo conhecido como proteínas de canal iônico, que permite a passagem de sinais entre neurônios.

Os resultados revelam que as moléculas de açúcar têm um papel importante na atividade dessas proteínas. “Nossos estudos preenchem uma lacuna importante na área e estabelecem um novo paradigma”, disse Lin Chen, professor associado de biologia molecular e computacional da USC.

“Várias teorias correntes, que não consideram o papel do açúcar, estão provavelmente incompletas”, disse Chen. O debate sobre como os sinais passam do exterior de uma célula para seu interior se estende há tempos, sem solução.

De acordo com Chen, alguns pesquisadores sugeriam que quando um composto químico, como a nicotina, liga-se a uma proteína de canal iônico na superfície de uma célula, a proteína inicia uma “onda conformacional” que propaga um sinal pelo corpo da proteína em direção à membrana celular.

Mas a base molecular de tal onda, em um nAChR ou em qualquer outra proteína, não foi claramente estabelecida. Em vez disso, o estudo feito pelo grupo de Chen sobre a estrutura cristalina sugere que as moléculas de açúcar que aderem à superfície do receptor têm um papel mecânico.

“Elas servem como ligação entre o local de adesão do neurotransmissor e a região da membrana em que está a abertura de entrada”, disse Chen. “O açúcar funciona como se fosse um ‘porteiro’, que deixa a passagem aberta ou fechada.”

Ao cortar as cadeias de açúcar, a operação do portão cessou, de acordo com Chen. “O açúcar é fundamental”, afirmou. Os pesquisadores também encontraram uma molécula de água no interior do receptor – o que é significativo, porque as proteínas normalmente são preenchidas com matéria hidrofóbica (repelente da água), que ajuda a estrutura a manter sua forma.

Segundo Chen, a molécula de água pode ativar o receptor para alterar seu formato e contrabalançar a deformação ocasionada pela abertura e fechamento da entrada na membrana.

Estudos anteriores sobre homólogos do nAChR – proteínas que compartilham sua estrutura, mas não sua função de comunicação – mostram que eles são completamente hidrofóbicos. De acordo com Chen, isso apóia a teoria de que a molécula de água tem um papel funcional.

O artigo Crystal structure of the extracellular domain of nAChRa1 bound to alpha-bungarotoxin at 1.94Å resolution, de Lin Chen e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Neuroscience em www.nature.com/neuro.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

How Mercury Damages Your Brain

If you've ever questioned just how dangerous mercury is for your brain, this short film from the University of Calgary will put your suspicions to rest. The film shows, in vivid detail, exactly what happens to your brain cells when they're exposed to mercury, making it easy to understand why mercury has been linked to a host of harmful reactions like autism, heart disease, Parkinson's disease, multiple sclerosis, infertility and many more.

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Clique aqui e veja o videosinho:
http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2007/07/17/how-mercury-damages-your-brain.aspx