segunda-feira, 11 de maio de 2009
Big Food Is Copying Big Tobacco's Disinformation Tactics, How Many Will Die This Time?
The playbook is the same, but this time the the lies and misinformation could be disastrous for everyone -- children especially.
Increasingly, the question of what we eat and how it affects our health is a subject that is important not just to those concerned about nutrition but to environmentalists. Kelly D. Brownell, a psychologist who is director of the Rudd Center for Food Policy and Obesity at Yale University, has been a leading researcher into America's obesity epidemic and its links to the practices of the food industry. Author of the 2004 book, Food Fight, Brownell has recently become interested in the connections between obesity, the environment, and hunger, believing that sustainably growing and producing more nutritious foods can help solve each of these challenges.
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
Justiça proíbe agência de avaliar agrotóxico
Quem ler o texto "Agricultura limpa" aqui no blog do chicão vai saber de uma boa medida ecológica do nosso país. Lá no texto eu expliquei que a lei foi conquistada a duras penas e muita luta dos movimentos ecológicos e movimentos ligados à saúde.Recebi alguns emails indignados.
Me chamando de esquerdista (um elogio para mim), comunista, etc.Hoje saiu esta reportagem na folha de São Paulo, leiam com atenção. É muito importante, porque é a comida que você come e dá para seus filhos."Trabalho da Anvisa verificava a segurança das substâncias de 99 agrotóxicos, muitos deles usados em excesso no país.
Decisão ocorreu após ação do sindicato das indústrias de defensivos agrícolas (OBSERVEM NO NOME, MUDARAM PARA QUE OS AGROTÓXICOS PARECESSEM MAIS "BONZINHOS")Procuradoria Geral da República vai recorrer.Liminar concedida pela Justiça Federal suspendeu o programa de reavaliação toxicológica de agrotóxicos comercializados no país, feito pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
O trabalho iria avaliar, neste ano, ingredientes que compõem 99 agrotóxicos usados em várias culturas. Muitos desses agrotóxicos são usados EM EXCESSO.
Análise feita pela Anvisa em 2007 mostrou que 40% do tomate e do morango vendidos em supermercados tinham agrotóxicos acima do recomendável. A decisão, do juiz Waldemar Claudio de Carvalho, da 13ª Vara Federal do Distrito Federal, decorreu de um mandado de segurança ingressado pelo Sindag (sindicato das indústrias de defensivos agrícolas), que alega falta de transparência da Anvisa. A Procuradoria Geral da República vai recorrer.
Desde 2001, o programa da Anvisa proibiu o uso de cinco ingredientes ativos, responsáveis pela fabricação de mais de 80 agrotóxicos, e restringiu a utilização de outros quatro, presentes em 60 marcas. Na prática, a decisão judicial proíbe que a Anvisa suspenda ou restrinja a venda de produtos que contenham nove substâncias -metamidofós, fosmete, tiran, triclorfom, parationa metílica, carbofurano, forato, endossulfam e paraquate- amplamente usadas em culturas como da batata e do tomate.
Seis desses ingredientes -triclorfom, parationa metílica, carbofurano, forato, endossulfam e paraquate- estão PROIBIDOS pela União Européia.
Já o tiran teve o REGISTRO CANCELADO VOLUNTARIAMENTE pela fabricante nos EUA.O metamidofós tem USO RESTRITO nos EUA e na União Européia e foi PROIBIDO na China e na Índia.
Segundo a Anvisa, nos últimos meses, vários fabricantes de agrotóxicos ingressaram com ações judiciais solicitando que NÃO SEJAM PUBLICADOS OS RESULTADOS DAS REAVALIAÇÕES. Argumentam desde a inobservância do processo legal até o direito de imagem das empresas.
Para a toxicologista Rosany Bochner, da Fiocruz, a decisão representa um retrocesso para o país. A Fiocruz é parceira da Anvisa no trabalho de reavaliação dos agrotóxicos. "O BRASIL ESTÁ VIRANDO UM GRANDE DEPÓSITO DE PORCARIAS. Os agrotóxicos que as empresas não conseguem vender lá fora, que têm indicativo de problemas, são empurrados para a gente.
"Segundo ela, é papel da Anvisa avaliar o uso dos agrotóxicos e suspendê-los ou restringi-los diante de evidências científicas. Ela diz que, em 2006, ao menos 5.873 pessoas foram intoxicadas por agrotóxicos."Se a ciência descobre que determinados ingredientes de agrotóxicos são nocivos à saúde -seja de quem consome, seja de quem trabalha com eles-, você não pode reavaliá-los por força de liminar?", questiona Sandra Cureau, subprocuradora-geral da República.
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Curiosidade: Ecogastronomia
O movimento Slow Food representa a união entre a ética e o prazer da alimentação com uma palavra: ecogastronomia. Restitui ao alimento sua dignidade cultural, favorece a sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade. Protege espécies vegetais e raças animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação.
O Slow Food preconiza o reconhecimento da importância do prazer aliado à alimentação. Devemos aprender a apreciar a larga gama de receitas e sabores e reconhecer a variedade de lugares e pessoas cultivando e produzindo alimentos. Devemos respeitar os ritmos das estações e da convivialidade.
Além disso, a receita desenvolvida por Carlo Petrini e os membros do Slow Food propõe um novo senso de responsabilidade na busca do prazer. Demanda que todos têm o direito de aproveitá-lo. O Slow Food chama este conceito de Ecogastronomia. É uma atitude capaz de combinar o respeito e interesse na cultura enogastronômica com apoio para aqueles que lutam para defender os alimentos e a biodiversidade agrícola no mundo todo.
Ainda dentro do princípio da ecogastronomia, o Slow Food apóia um novo modelo de agricultura, que é menos intensivo e mais saudável e sustentável, com base no conhecimento das comunidades locais. Este é o único tipo de agricultura capaz de oferecer formas de desenvolvimento para as regiões mais pobres do nosso planeta.
Por esta razão o Slow Food está comprometido a salvaguardar alimentos, matéria-prima e métodos tradicionais de cultivo e transformação dos alimentos. Luta para defender a biodiversidade de variedades sejam elas cultivadas ou selvagens, e proteger os locais de convívio que formam a herança cultural devido ao seu valor histórico, artístico e social.
Considerando uma variedade de fruta ou um prato tradicional local, não é possível ignorar sua relação com a história, cultura e ambiente de onde se originou. Portanto, o Slow Food estressa a importância da produção agrícola para manter o equilíbrio de respeito e troca com o ecossistema. É por isso que o Slow Food foi definido como um movimento de eco-gastrônomos.
http://terramadre.slowfoodbrasil.com/
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Dietéticos que engordam
Estudo feito no Canadá conclui que crianças que se alimentam com comidas e bebidas diet podem distorcer a relação entre gosto e conteúdo calórico e comer além da conta a partir da adolescência
Agência FAPESP – Pais que dão alimentos dietéticos aos filhos, com o objetivo de ajudá-los a perder ou não ganhar peso, podem estar incorrendo em grave erro. Segundo um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, comidas e bebidas diet podem fazer crianças comer além da conta e levar à obesidade.
O trabalho destacou uma tendência de relacionar o gosto do alimento à quantidade de energia calórica por ele produzida. Ao consumir versões com menos calorias de alimentos que normalmente são muito calóricos, as crianças poderiam desenvolver conexões distorcidas entre gosto e conteúdo calórico, levando à ingestão excessiva ao crescer.
“O uso de comidas e bebidas dietéticas desde a infância até a vida adulta pode levar à ingestão em excesso de alimentos e ao ganho gradual de peso por meio do processo de condicionamento de gostos que verificamos”, disse o sociólogo David Pierce, principal autor do estudo, cujos resultados serão publicados na edição de agosto da revista Obesity.
Os cientistas conduziram uma série de experimentos em ratos jovens e verificaram que a substituição de alimentos comuns por versões com calorias reduzidas levaram os animais a se alimentar em demasia quando mais velhos. Os resultados foram similares tanto para animais mais magros como para os mais obesos, mas as implicações na saúde foram piores no segundo grupo.
Quando o experimento foi repetido com ratos um pouco mais velhos – com idades equivalentes à adolescência em humanos –, os resultados foram diferentes: os animais, posteriormente, não apresentaram a mesma tendência a comer em excesso.
Segundo os pesquisadores canadenses, ao contrário dos mais jovens, os animais adolescentes aprenderam a relacionar mais corretamente a relação entre gosto e componente energético.
O cientista destaca que mais estudos serão necessários para esclarecer melhor o assunto, “mas a pesquisa mostra que animais jovens podem ser levados a comer em demasia quando submetidos diariamente a alimentos com baixa caloria e que isso causa um desequilíbrio no sistema de balanço energético”.
“É melhor que as crianças se alimentem de maneira saudável, com dietas bem balanceadas e com calorias suficientes para suas atividades diárias, do que ingerir lanches ou alimentos com poucas calorias”, disse Pierce. “Pais e profissionais de saúde devem estar cientes disso e de que a forma tradicional de manter crianças saudáveis e esbeltas, por meio de refeições bem balanceadas e exercícios regulares, é a melhor.”
terça-feira, 23 de outubro de 2007
O problema está com os homens
por David Biello para SciAm
Filhos homens não são fáceis para uma mãe. Seja o peso maior na hora do parto, o nível elevado de testosterona ou, simplesmente, as algazarras que as deixam de cabelo em pé – os meninos trazem um fardo extra à mulher que os deu à luz. Examinando registros de dois séculos de uma igreja finlandesa, Virpi Lummaa, da University of Sheffield, na Inglaterra, tem como provar: filhos homens reduzem a expectativa de vida da mãe, em média, em 34 semanas.
Com o auxílio de genealogistas, a bióloga evolucionária finlandesa de 33 anos vasculhou livros com séculos de idade (e décadas em microfichas) em busca de certidões de nascimento, casamento e óbito – e pistas sobre a influência da evolução na reprodução humana.
Historiadores, economistas e mesmo sociólogos há muito usam táticas parecidas para explorar seus campos de estudo, mas Lummaa está entre os primeiros biólogos a estudar o Homo sapiens como animal cuja população pode ser acompanhada ao longo do tempo.
Afinal, os humanos são relativamente fáceis de rastrear e oferecem a notória vantagem de, em geral, manter registros detalhados. “Sempre quis trabalhar com primatas”, contou Lummaa. “Mas como coletar dados semelhantes sobre chimpanzés selvagens seria uma enorme dificuldade, decidi estudar uma outra espécie.” Mais recentemente, ela tem se dedicado às mães pré-modernas do povo Sami, da Finlândia, famoso pela criação de renas.
Ao estudar esse grupo, ela constatou que mães de meninos viveram menos que mães de meninas. Essa discrepância tem relação com o peso na hora do parto – bebês do sexo masculino em geral são maiores; isso sem contar a testosterona. “Esse hormônio pode afetar o sistema imunológico e comprometer nossa saúde”, afirma Lummaa. As mães que deram à luz meninos se revelaram particularmente suscetíveis a endemias infecciosas, como a tuberculose. “Criar meninos tem um custo um pouco maior” que criar meninas, pois eles consomem mais recursos físicos da mãe, acrescenta ela – isso já foi observado em outros mamíferos, como o cervo nobre. Filhos também são menos propensos que filhas a permanecer por perto e zelar pela mãe na velhice.
Mais recentemente, Lummaa e seus colegas vêm concentrando a pesquisa no fato de os homens representarem um fardo maior não só para a mãe, mas também para os irmãos e irmãs. As crianças nascidas após um filho homem tiveram famílias menores, eram mais franzinas e, geralmente, mais sujeitas a doenças infecciosas fatais. Os efeitos se comprovaram mesmo com a morte do irmão mais velho na infância, sugerindo que o resultado negativo não é fruto de algum tipo de interação fraterna, como a competição por comida, os espancamentos constantes ou a prática da primogenitura, quando o irmão mais velho herda tudo. “Irmãos mais velhos são prejudiciais”, explica a bióloga. “Se o quinto filho for um menino, então o sexto estará em desvantagem.”
Esse fenômeno é ainda mais evidente em casais de gêmeos. Dos 754 casos de gêmeos nascidos entre 1734 e 1888, em cinco cidades rurais da Finlândia, nos irmãos de sexo oposto, 15% a menos das mulheres se casaram e 25% tiveram um número menor de filhos – no mínimo dois a menos, se comparadas àquelas que tiveram uma irmã gêmea. Essa influência por parte do irmão se repetiu sem qualquer relação com a classe social ou outro fator cultural, e se confirmou mesmo quando o gêmeo morreu antes dos três meses de idade, permitindo à gêmea ser criada como filha única.
Lummaa especula que a exposição uterina à testosterona seja responsável pelo sofrimento da gêmea. A forte influência hormonal em outros animais, incluindo ratos de laboratório e vacas, já havia sido constatada por outros pesquisadores. Quando uma vaca dá cria a gêmeos de sexos diferentes, é comum a fêmea nascer estéril devido à influência da testosterona. Seja qual for a causa, o resultado é indiscutível: mães de gêmeos de sexo oposto acabam com 19% menos netos que aquelas que tiveram gêmeos do mesmo sexo. Ou seja, aparentemente, a evolução favorece o último caso. “Diferenças biológicas entre homem e mulher não são determinadas [apenas] pelo cromossomo herdado no nascimento”, afirma o antropólogo Christopher Kuzawa, da Northwestern University. O efeito da relação fraternal “causa impacto no sucesso reprodutivo e, portanto, tem relevância evolutiva”.
“Os resultados são intrigantes”, comenta Kenneth Weiss, biólogo, antropólogo e geneticista da Pennsylvania State University. Ele observa que “se a propensão a ter gêmeos for genética, certamente há uma tendência seletiva, visando garantir a raridade dos casos. No entanto, alguns animais têm gêmeos rotineiramente”. Sobre essa contradição, ele acrescenta, “ainda que a observação esteja correta, é arriscado superestimar os efeitos dessa característica”.
Esse risco é especialmente grave quando se pretende aplicar esses resultados à atualidade. O acesso ao controle de natalidade, a fartura de alimentos e a baixa taxa de mortalidade infantil podem ofuscar a influência evolucionária identificada nos dados de tempos pré-industriais. “É um choque constatar que 100 ou 150 anos atrás, 40% dos bebês morriam antes de se tornarem adultos; ainda mais com a vida adulta começando aos 15 anos”, observa Lummaa.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Desertificação afetará alimentação mundial a partir de 2020
"Só 11% da superfície do planeta é cultivável e tem que (produzir o suficiente para) alimentar a população mundial, que atualmente é de 6,3 bilhões de pessoas e que, em 2020, segundo cálculos, será de 8,2 bilhões", afirmou em entrevista coletiva o responsável pelo Programa de Meteorologia para a Agricultura da OMM, Mannava Sivakumar.
Frente a esses dados, "questões como os nutrientes do solo, a degradação da terra, a segurança alimentar global e a qualidade ambiental adquirem maior importância", acrescentou.
Para analisar esse fenômeno e seus efeitos, mais de 2.000 especialistas de quase 200 países, agências da ONU, órgãos internacionais e organizações ambientalistas participarão, de 3 a 14 de setembro, em Madri, da 8ª Conferência da Convenção da ONU de Luta contra a Desertificação.
Segundo as previsões da OMM, a temperatura do planeta aumentará 0,4° C nos próximos 20 anos, a quantidade de chuvas aumentará nas latitudes altas e diminuirá na maioria das regiões subtropicais, as regiões atingidas pela seca aumentarão e as ondas de calor e as precipitações intensas se tornarão cada vez mais freqüentes.
A organização meteorológica destaca que, se essas previsões se concretizarem, a degradação dos solos aumentará, devido às secas e à erosão decorrente de chuvas torrenciais.
Tudo isso prejudicará a qualidade do solo e, conseqüentemente, seu rendimento. Ao mesmo tempo, existe a possibilidade de a superfície cultivável da Terra diminuir.
Sivakumar acha que "a produção agrícola de muitos países africanos será gravemente comprometida pela mudança do clima, já que, provavelmente, a extensão das terras cultiváveis diminuirá, assim como seu rendimento", especialmente no norte, no oeste e algumas áreas do sul do continente.
As regiões mais secas da América Latina também serão afetadas pela mudança climática, que favorecerá a desertificação e a salinização de campos de cultivo.
Além disso, "no sul da Europa, o aumento das temperaturas e a maior ocorrência de secas, que provocaram graves incêndios na Grécia, reduzirão a disponibilidade de água, o potencial de energia hidroelétrica e a produtividade agrícola", acrescentou Sivakumar.
Para agravar a situação, "muitos dos agricultores de todo o mundo não sabem muito bem o que está acontecendo e de que forma a mudança climática afetará suas colheitas", disse Sivakumar, cuja organização oferece seminários destinados a camponeses de países em desenvolvimento.
Fonte: EFE
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Effects of Fast Food Branding on Young Children's Taste Preferences
A new study in the Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine indicates that the annual $10 billion the food and beverage industry is spending on advertising foods to kids is working alarmingly well. The study found that four out of five kids preferred the flavor of foods served in McDonalds packaging as compared to the exact same foods served in packaging without the McDonalds brand.
By the time they are two years old, children may already have beliefs about certain brands, and by the age of six they can recognize brands and specific brand products. Not surprisingly, the study found that kids with more televisions in the home had stronger preferences for brands.
The authors suggested this study strengthened the justification for tighter regulation or banning of advertising and marketing of high calorie, low nutrient food and drink, and perhaps a ban on all marketing that is aimed at young children.
read more (Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine)
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
OMS alerta para aumento do risco de epidemias globais
Doenças infecciosas estão se propagando mais depressa do que nunca, de acordo com o relatório anual da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Com cerca de 2,1 bilhões de pessoas viajando de avião todos os anos, há um grande risco do surgimento de outras grandes epidemias como Aids, Sars ou febre de Ebola.
A OMS pede mais esforços para combater surtos de doenças e que sejam compartilhados dados sobre vírus para ajudar a desenvolver vacinas.
Em um relatório intitulado Um Futuro Mais Seguro, a entidade diz temer que a falta de ação no combate aos surtos possa ter um impacto devastador sobre a economia global e a segurança internacional.
Segundo a OMS, novas doenças estão surgindo em um ritmo "historicamente sem precedentes" de uma por ano.
Desde a década de 70, 39 novas doenças se desenvolveram e, só nos últimos cinco anos, a OMS identificou mais de 1,1 mil epidemias, incluindo cólera, pólio e gripe aviária.
"Seria extremamente ingênuo e complacente pensar que não haverá uma outra doença como a Aids, uma outra Ebola e outra Sars, mais cedo ou mais tarde", diz o relatório.
Compartilhar dados médicos, habilidades e tecnologia entre nações ricas e pobres é "uma das rotas mais viáveis" para segurança sanitária, afirma.
A OMS está envolvida em uma disputa com a Indonésia em relação a amostras do vírus H5N1, que provoca a gripe aviária.
O governo indonésio se recusa a compartilhar suas amostras com a OMS em meio a temores de que empresas farmacêuticas usem esses vírus para fabricar vacinas que sejam caras demais para aquisição pela Indonésia.
A China só começou a compartilhar suas amostras de H5N1 em junho.
O relatório da OMS também pede aos governos que sejam mais transparentes em relação a surtos de doenças, dizendo que quase a metade de todos os alertas que recebe chegam pela imprensa.
Resistência a medicamentos também representa uma ameaça para o controle de doenças, de acordo com a OMS, que culpa o mau uso de antibióticos e tratamento médico ruim pelo problema, destacando o caso da tuberculose.
Na introdução do relatório, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que a cooperação é crucial para combater surtos.
"Dada a vulnerabilidade universal de hoje a estas ameaças, a melhor segurança é a solidariedade global", afirmou Chan.
"Segurança internacional de saúde pública é tanto uma aspiração coletiva quanto uma responsabilidade mútua."
Brasil, Argentina, Canadá, México, Peru e Estados Unidos são mencionados como exemplos de países que já criaram Centros de Operação de Emergência que os permitirão concentrar informações sobre epidemias e coordenar uma resposta a uma situação real ou potencial de emergência sanitária.
O Brasil também é mencionado como o primeiro país em desenvolvimento a fornecer terapia antiretroviral para a Aids através de seu sistema público de saúde.
Fonte: BBC brasil
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Essa nossa sombra
por Liane Alves para Vida Simples março de 2007.
Tenho um amigo que é totalmente zen. Ninguém tira o moço do sério. Foi despedido por causa de uma sacanagem feita por um colega de trabalho (e ele não conseguiu balbuciar uma frase sequer em sua própria defesa), vez por outra recebe em sua casa amigos que aparecem para ficar uma semana e estendem o prazo para longos três meses e já vi gente pegar alguns bons CDs da sua estante com um cínico e deslavado “depois eu devolvo” sem que ele esboçasse um único gesto para impedir. Meu amigo não consegue expressar sua agressividade. Num mundo onde a maioria não tem a menor cerimônia em arreganhar os dentes e abrir seus caminhos com os cotovelos, ele tem horror em ver nele mesmo essa reação primitiva que solapa a vida dos outros mortais (ele não, ele não...). Até que um dia, na minha casa, depois de umas três ou quatro caipirinhas, meu amigo começou a despejar ódios e fúrias que provavelmente tinha guardado desde a infância. A minha mesa da cozinha, que já não é essa fortaleza, tremia a cada soco seu, por causa da prepotência de um, da falsidade do outro. Cada gozação recebida, cada injustiça passada estava registrada em sua memória. Tive a impressão de que, se o rapaz dos CDs passasse por ali, teria sua mão decepada, e o colega de trabalho, os dentes moídos. Os hóspedes inconvenientes seriam postos para fora a sopapos. Depois de socar e socar, terminou chorando pelo verdadeiro motivo de sua ira: a incapacidade de entrar em contato com as emoções negativas.
Bem, minha cozinha está longe de ser um set terapêutico, mas, ao encontrar o moço alguns dias depois, vi um sorriso em seus lábios que não estava ali antes. Ele se sentia um pouco envergonhado, sim, mas feliz. Um peso enorme havia saído de seu coração, me garantiu. Um alívio. Estava supercontente por ter descoberto que era capaz de expressar sua agressividade. Claro, ele reconhecia que ainda tinha de aprender a saber como aplicá-la na hora certa, a regular seu volume, e que isso custaria tempo e trabalho. Tinha encontrado cara a cara seu lado negro, sua sombra, de quem tinha tanto pavor (a ponto de negar sua existência). A partir daquele momento, me assegurou, tudo era uma questão de calibragem. Pode ser imaginação minha, mas a partir desse dia passei a ver muito mais cor e vida em seu rosto.
Para leitura completa clique no título.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Blogagem coletiva sobre amamentação
Chegou a semana mundial de amamentação! Vai do começo de agosto até o dia 7 do mesmo mês, e partiu do Síndrome de Estocolmo a iniciativa de formar uma mega-união na blogosfera para discutirem o assunto sob prismas diferentes.
Bom, a mãe moderna de hoje em dia possui uma acessibilidade infinita na net para saber as mil e uma razões(senão mais, é que parei de contar na 1001°, rs) da importância do aleitamento materno. Ela encontra na Wikipedia/aleitamento, no Grupo Origem, e até em blogs destinados exclusivamente ao assunto, como esse AQUI. Pra se ter uma idéia, "googleando" a palavra "amamentação" você tem 1.190.000 de resultado.
Não obstante, há uma parcela considerável de mães que não têm ciência do valor que o ato tão simples como o da foto acima representa. Uma mãe que não sabe dos benefícios endógenos e exógenos, ou seja, biológicos e psicológicos do bebê. Por isso é necessária uma divulgação, sim. Não raramente você pode encontrar uma pessoa que questiona "Por que toda essa atenção? A mãe desinformada, que em sua maioria é de uma renda baixa, não tem capital para dar ao bebê outra coisa senão o leite materno." Aí é que tá! Tem uma geração de mãe, essa de garotas de 15 anos, geração bem novinha, que segundo especialistas engravidam cedo para obter um afeto que não lhes foi dado, não sabem lidar com esse "ser" que surgiu. Muitas vezes sentem-se presas, e o que mais fazem é, precoce e erroneamente, botar o bebê na mamadeira. Isso quando as mães não são enganadas por empresas bilionárias como o caso da Nestlé, já falado no post anterior!
Sinceramente, eu acho que pouca gente reconhece a responsabilidade de trazer uma nova vida a este globo. Eu acho egoísmo alguém querer plantar uma bela árvore num terreno preste a desabar. É o que está acontecendo. Mulheres, homens, esses casais, parecem todos enxergar só o glamour que a sociedade passa, ou deixam um desejo puramente egocêntrico predominar, e têm um bebê sem tentar fazer deste um mundo melhor. Acho esse fato inconcebível! No meu ver, há muitas crianças sem pai, sem mãe, e eu adoraria um dia adotar. Sei que não sou mulher, e não tenho essa vontade de ter filho, que é mais instintivo que outra coisa, mas é bom parar e refletir um pouco ao notar esse aspecto. Não condeno o fato de ter filhos, mas se é para ter, ao menos queira fazer do Mundo um lugar melhor de se viver para que seu filho sofra o menos, o menos possível. Logo, se é pra fazer, faça direito!
Ah, entrando nesse universo feminino, indico um site que está fazendo uma ótima campanha, também. Trata-se da Campanha da Mamografia Digital Gratuita do Instituto Neo Mama de Prevenção e Combate ao Câncer de Mama, que por sinal não atinge somente as mulheres, mas como alguns homens também. O site depende das visitas para conseguir subsídios suficientes para continuar com o serviço gratuito. Vale à pena conferir!
Aqui vai uma dica essencial, 5 partes de uma espécie de documentário que... bom... deixe-me transcrever: "A história das fórmulas de leite que em alguns países substituíram a amamentação com resultados catastróficos (dublado em português /BR)." Deixo aqui a 1° parte, aí é só seguir na barra de vídeos no lado direito da tela para a continuação.
Parte 1 (Amamentação)
sábado, 28 de julho de 2007
A revolução do cérebro
Texto Rafael Kenski para SuperInteressante de Junho de 2006
Parecem superpoderes de histórias em quadrinhos, mas são apenas algumas das descobertas que os neurocientistas fizeram ao longo da última década. Algumas dessas façanhas sempre fizeram parte do seu cérebro e só agora conseguimos perceber.
Outras são fruto da ciência: ao decifrar alguns mecanismos da nossa mente, os pesquisadores estão encontrando maneiras de realizar coisas que antes pareciam impossíveis. O resultado é uma revolução como nenhuma outra, capaz de mudar não só a maneira como entendemos o cérebro, mas também a imagem que fazemos do mundo, da realidade e de quem somos nós.
Clique no título e acompanhe toda a matéria.
Sumiço de abelhas e caos no trânsito
Aprendiz de feiticeiro, nossa civilização só desperta para os perigos de seus caminhos tecnológicos quando tragédias acontecem
OQUE tem a ver o recente sumiço das abelhas em várias partes do mundo com os imensos congestionamentos que infernizam a vida dos cidadãos das grandes cidades? Mais do que parece. O caos do trânsito, resultado da primazia do transporte individual, tem dramáticos efeitos sobre o tempo e a saúde das pessoas. Ao lado da emissão de gases e toxinas industriais, a poluição do ar por veículos é variável crítica tanto do aquecimento global e dos efeitos no clima como de doenças.
A British Air Foundation conduziu pesquisas provando que bastam seis horas pedalando no tráfego intenso para causar danos aos vasos sangüíneos, tornando-os menos flexíveis, reduzindo proteínas que previnem coágulos e favorecendo riscos cardíacos. O Laboratório de Poluição Atmosférica da USP estima que a poluição ambiental encurte em média dois anos da vida do paulistano.
O índice de abortos também aumenta, porque o fluxo arterial na placenta diminui; e há suspeitas de efeitos severos na fertilidade. Dados do banco de sêmen do hospital Albert Einstein confirmam que a concentração de espermatozóides no sêmen dos paulistanos caiu significativamente nos últimos dez anos. Entre as hipóteses estão poluição, excessivo consumo de produtos industrializados, estresse, medicamentos, produtos para queda de cabelo, exposição à radiação, substâncias tóxicas dos plásticos de embalagem, pesticidas e outros venenos da vida moderna.
"São coisas que as pessoas vão incorporando em sua dieta e fazem um estrago tremendo nas mitocôndrias e no DNA, causando não só a morte celular como também danos à motilidade e à morfologia", afirma Dirceu Mendes Pereira, da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana. Porém, o século 21 ficará conhecido como a era do automóvel popular. Carros de US$ 6.000, produzidos no padrão chinês, abarrotarão o mundo e farão crescer a degradação ambiental gerada ao fabricá-los e usá-los. Logo agora, quando questões vitais relativas ao clima e à saúde humana exigiriam o abandono radical do transporte individual em benefício do coletivo.
Mas, como convencer o cidadão chinês, indiano ou brasileiro de que a festa vai acabar justo quando ela chega à sua porta? Ou as grandes corporações globais, que já fazem os cálculos dos lucros em grande escala propiciados por essa nova fronteira de acumulação no "mercado dos pobres"? Mas o que têm abelhas com isso? Muito. No último outono do hemisfério Norte, elas deram para desaparecer. O mesmo fenômeno foi notado em vários países, inclusive no Brasil, causando perplexidade entre cientistas, apicultores -que chegaram a perder 50% de suas colméias- e ecologistas, todos alarmados com os danos ao ambiente e à agricultura se uma crise permanente ocorrer.
Afinal, abelhas são os grandes polinizadores naturais que viabilizam a formação de frutos e sementes. Cientistas da Universidade Harvard fazem hipóteses que incluem intoxicação por inseticidas, infecções por vírus e até radiação de telefones celulares. Quanto aos pesticidas, há inúmeras tragédias humanas que alguns já causaram. Por que não atingiriam as abelhas? Nos anos 1970-80, utilizados nos bananeirais da América Central, esterilizaram 30 mil homens.
Na ilha de Kyushu, no Japão, milhares de pessoas que consumiram óleo de arroz contaminado por dibromo cloropropano ficaram doentes e 112 morreram de intoxicação aguda, câncer e outras afecções; seus filhos herdaram distúrbios imunológicos e do desenvolvimento. A OMS estimou em 3 milhões o número de casos de contaminação desse tipo no mundo. Resíduos tóxicos como metais pesados são encontrados em animais das regiões mais distantes do mundo, numa poluição sistêmica global que atinge vegetais e humanos.
Quanto às ondas magnéticas, o planeta se tornou um imenso emissor delas, produto das múltiplas transmissões de rádio, TV, celular e radar, cujas conseqüências exatas sobre o meio ambiente e a saúde humana estamos longe de conhecer. Basta imaginar a brutal quantidade de emissão de ondas que poluem o espaço para que funcionem os 2 bilhões de celulares que abarrotam nosso globo. É razoável supor que afetem as abelhas?
Aprendiz de feiticeiro, nossa civilização só desperta para os perigos de seus caminhos tecnológicos quando tragédias acontecem. O sumiço temporário das abelhas pode ser mais um grave sintoma para que fiquemos em estado de alerta.
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GILBERTO DUPAS*, 64, é presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais (IEEI) e coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP. É autor de "O Mito do Progresso", entre outras obras.
US: A Sick Way to Prop Up an Ailing Economy
By Joshua Holland, AlterNet. Posted July 28, 2007.
Between 2001 and 2006, the healthcare sector added 1.7 million jobs while the rest of the economy added none. So how well is the economy really doing?
For the first four years after the dot-com bust in 2001, a weak economy in most sectors was masked by an explosion in real estate sales, rocketing home values and a surge of consumer spending as people taking advantage of super-low interest rates and easy credit grabbed chunks of equity out of their newly high-priced digs and went shopping.
In the summer of 2005, the New York Times reported that the real estate biz -- "everything from land surveyors to general contractors to loan officers" -- had added 700,000 jobs to the American economy during the previous four years, while the rest of the work force had lost 400,000 jobs over the same period. Technically the economy was in "recovery," when in fact most of it remained soft.
A few economists sounded a warning about having all our eggs in one economic basket. People like Yale's Robert Shiller and Dean Baker at the Center for Economic Policy and Research pointed out that home values weren't syncing up with the fundamentals of the market, and that we were headed for an "adjustment" -- either a real estate crash leading to a recession or, in the best case scenario, a "soft landing."
But while there were some voices of caution, other economists told us that everything was going gangbusters. This was the New Economy in action: American manufacturing may have been gutted during the previous few decades, but the service sector is where more "value" is added anyway -- where the big profits are -- and Americans would be just fine selling each other houses, insurance and the occasional cheeseburger until the Next Big Thing came along.
It was a hot debate, but something else was going on at the same time that got less attention: There was the emergence of what could be called the healthcare economy. As Michael Mandel wrote in Businessweek last September, "Without [the health sector], the nation's labor market would be in a deep coma." Between 2001 and 2006, 1.7 million new jobs were added in the healthcare sector. Meanwhile, the rest of the private sector added exactly zero new jobs (net) during that period.
(The conventional wisdom is that the economy needs to add about 150,000 jobs per month to keep up with the growth of the working-age population.)
If current trends continue, 30 percent to 40 percent of all new jobs created in the United States over the next 25 years will be in the healthcare business. Mandel argued that this trend is partly responsible for the United States' low overall unemployment rate. "Take away healthcare hiring in the U.S.," he wrote, "and quicker than you can say cardiac bypass, the U.S. unemployment rate would be 1 to 2 percentage points higher."
One could argue that this is precisely how a vibrant economy should work. A dynamic industry takes off and compensates for weaknesses in other sectors. When it cools, another field will explode, perhaps one we can't even conceive of today.
What's more, healthcare jobs have increased at the same time as we've shed millions of relatively high-paying manufacturing jobs. Wages in the health sector vary widely, but the average is slightly higher than the average income in the private sector as a whole. Healthcare is labor-intensive, so a lot of the more than $2 trillion we'll spend this year in the Unites States will end up in healthcare workers' pockets. It's also an industry in which offshoring and outsourcing are uncommon; you might be able to schedule your colonoscopy with a guy at a call center in Mumbai, but ultimately your ass has to be in the same country as the personnel who do it.
domingo, 22 de julho de 2007
Estudo liga homossexualidade ao número de irmãos
Segunda, 26 de junho de 2006
Estudo liga homossexualidade ao número de irmãos
O último filho homem de uma família de muitos meninos é mais propenso à homossexualidade, afirmam cientistas canadenses em um estudo publicado nesta segunda-feira na edição on-line da publicação US Proceedings of the National Academy of Sciences.
O estudo, conduzido por Anthony Bogaert, da Universidade Brock, perto de Toronto, revela que "a mais consistente correlação biodemográfica de orientação sexual dos homens é o número de irmãos mais velhos" e não as influências sociais.
"Só irmãos mais velhos biológicos e não qualquer outra característica entre os irmãos ou irmãs, inclusive de irmãos mais velhos não-biológicos, influencia a orientação sexual dos homens, indiferentemente da quantidade de tempo passada com estes irmãos ou irmãs", alega Bogaert.
Segundo esta teoria, o sistema imunológico da mãe interpreta e registra os fetos masculinos - não os femininos - como estranhos e cria "anticorpos maternais antimasculinos" que afetam a parte do cérebro que determina a sexualidade.
O efeito é cumulativo e por isso é mais provável que venha a causar homossexualismo no último de uma série de filhos nascidos da mesma mãe. Os fetos de meninas não são afetados porque as mães, por serem mulheres, não criam anticorpos durante sua gestação.
Os pesquisadores, que entrevistaram 944 homens canadenses para a realização do estudo, não investigaram o mecanismo em ação, mas os resultados sustentam uma teoria de "efeito de ordem fraternal" sobre a homossexualidade em homens precedidos por outros, acrescenta o estudo. Outras teorias sugerem que a idade da mãe ou o nível de estresse durante a gravidez podem afetar a sexualidade masculina.
AFP
Comentário do Editor:
Tal matéria apenas apresenta as inúmeras possibilidades da bioquímica humana ainda não investigadas, o desenvolvimento e evolução humana, como também das espécies, vai de encontro ao ambiente que nos encontramos como também entendemos que tal ambiente é constantemente construído pelos seus elementos, vivos ou inanimados.